Esplanada

Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994 e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio, entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.


Governo e advogado tentam limpar caminho para Ciro no Palácio

Futuro chefe da Casa Civil foi citado em delação na Operação Lava Jato

Há um esforço conjunto de ministros palacianos – a pedido do presidente Jair Bolsonaro – e da defesa de Ciro Nogueira (PI) para limpar o nome do senador na praça.

Advogado criminalista do futuro chefe da Casa Civil, citado em delação na Operação Lava Jato, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, tem se desdobrado há dias em ligações e em mensagens pelo whatsapp para avisar que até hoje não teve acesso à delação de Leo Pinheiro (OAS) e que não há nada de substancial contra o parlamentar.

Uma situação curiosa. É que Kakay tem sido o profissional que o senador espera, diante da posição ideológica ferrenha do advogado contra Bolsonaro nas ruas e redes sociais.

Fogo (ou água)..

Com inclinações políticas mais à esquerda, o presidente da FIBRA, Jamal Bittar, é tido como “petista” dentro da CNI. Em recente debate entre os presidentes das federações estaduais, arremessou uma garrafa de água em direção ao todo-poderoso presidente da FIESP, Paulo Skaf, por divergências de opinião política.

Skaf conseguiu escapar do ímpeto do industrial brasiliense, mas um outro colega acabou atingido pelo petardo. Bittar pediu desculpas e deixou claro que o alvo era o paulista, mesmo. A pontaria é que vai mal.

Novos colonizadores

Sem uma questão em pauta na ONU, tampouco um órgão regulador internacional (por ora), e com o céu livre para qualquer um nessa corrida espacial em tempos modernos, vale a pergunta: se Elon Musk, ou Jeff Bezzos (Amazon) ou Richard Brenson (Virgin Galactic) chegar primeiro a Marte, ou fizer uma base na Lua, pode chamar o planeta de seu e colonizá-lo como dono?

Subiu e sumiu

No Brasil, estamos séculos atrasados na tecnologia aeroespacial. Após o triste acidente na Base de Alcântara nos anos 2000, o Governo Dilma Rousseff perdeu em 2013 US$ 70 milhões (R$ 360 milhões) de satélite sino-brasileiro (CBERS-3) que se desintegrou no espaço, uma hora após o lançamento. Não foi incluso no prejuízo a conta da viagem do ministro da Ciência e Tecnologia, Paulo Bernardo, e da claque brasileira que segurou as palmas em território chinês.

Descanso pós-Jogos

A Nuhatê Casa Hotel, em Caraíva (BA), paraíso no litoral baiano, vai oferecer diárias de cortesia para os brasileiros medalhistas de Ouro nos Jogos de Tóquio.

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