Guilherme Fiuza

Jornalista e escritor que iniciou a carreira em 1987, no "Jornal do Brasil". Entre outras redações, trabalhou em "O Globo" e revista "Época". Escreve também sobre política para a "Gazeta do Povo".


O Congresso Nacional quer vacina na marra

Foi aprovado no Senado o “Certificado de Imunização e Segurança Sanitária”. É o instrumento que legaliza a vacinação obrigatória contra Covid-19 – um documento para permitir a presença exclusiva de vacinados em áreas, atividades, eventos, etc que passem a exigir esse “passaporte”.

Congresso Nacional – Foto: Pedro França/Agência Senado – Foto: Pedro França/NDCongresso Nacional – Foto: Pedro França/Agência Senado – Foto: Pedro França/ND

Só existem no mundo vacinas experimentais contra Covid, com eficácia e segurança ainda carentes de estudos conclusivos – como consta de todos os documentos sanitários de aprovação dessas substâncias. O Senado, portanto, quer te obrigar a ser cobaia.

Será que os senadores já têm estudos conclusivos sobre os casos de miocardite em vacinados com a tecnologia do RNA mensageiro? Se têm, precisam anunciar ao mundo.

Será que os senadores resolveram obrigar os brasileiros a se vacinarem sem saber o que representará para a saúde da população o número expressivo de casos de inflamação cardíaca pós-vacina relatados ao VAERS – Vaccine Adverse Event Reporting System dos EUA? Ousados, esses senadores.

Porque dependendo da conclusão dos estudos sobre efeitos adversos das vacinas ainda não tabulados, esse “Certificado de Imunização” poderá se tornar um crime contra a saúde pública.A tecnologia inovadora do RNA mensageiro ensejou controvérsias nos meios médicos sobre a falta de estudos por tempo suficiente em humanos. Prêmio Nobel de Medicina, o virologista francês Luc Montagnier declarou sua preocupação com a vacinação em massa durante a pandemia, especialmente pelo potencial de efeitos adversos desconhecidos dessa técnica a longo prazo.

E a formação de coágulos e trombose estudada em várias partes do mundo? O Senado já tem as conclusões desses estudos?Se tiver precisa mandar urgentemente para a União Europeia, onde a eficácia e a segurança das vacinas da Pfizer e da Astrazeneca só serão efetivamente demonstradas em dezembro de 2023 e março de 2024.

Já a Coronavac nem entra lá.E aí, senhores senadores? E aí, senhores deputados que irão apreciar a matéria? Onde estão as estatísticas fundamentando a necessidade de empurrar todos os brasileiros para a loteria das vacinas experimentais? Vacinas incipientes são mesmo a porta de saída segura da pandemia? Então o que está acontecendo no Chile? O país mais vacinado do continente (cerca de 45% da população) está fechando tudo por conta da explosão de casos de Covid-19.

Quantas pessoas você conhece que atravessaram bem um ano de pandemia e adoeceram ou faleceram depois de se vacinar? Onde estão as estatísticas sobre o que ocorreu nessa imunização experimental? Não existem.

Só poderiam ser feitas com o devido rigor dentro de grupos controlados, como ocorreu com todos os imunizantes produzidos até hoje. E o Congresso Nacional ameaça obrigar a população inteira a dar esse salto no escuro.

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