Cacau Menezes

cacau.menezes@ndtv.com.br Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo


Parei no tempo e não sabia

Me imaginava prafrentex, mas vi que agora sou um careta

Sinto que me transformei em um paquiderme monstruoso por não conseguir “progredir” no processo social. Parei no tempo, apesar da convivência com artistas, jornalistas, punks, atletas, jogadores de futebol, loucos, caretas, esquerdistas, tatuadores, militares, poetas, músicos, cafajestes, religiosos, surfistas, boêmios, intelectuais, autoridades, cineastas, escritores, compositores…

Confesso o fracasso, tenho sérias limitações. Me rotulam como bolsonarista, mera redução para dizer que o sujeito é um careta preconceituoso e conservador.

Nesse tempo seguia John Lennon achando que tínhamos mudado o mundo – Foto: Arquivo pessoalNesse tempo seguia John Lennon achando que tínhamos mudado o mundo – Foto: Arquivo pessoal

Me julgava ‘prafrentex’.  Sou um Liberal na economia, prego menos Estado por julgá-lo um péssimo patrão. Invasão de propriedades penso que tenha que ser como o lobo ou o leão defendem a alcateia! Os que habitam propriedades rurais conhecem o medo de perto.

Igreja católica deveria se pronunciar sobre amor, família, fraternidade e, sobretudo, buscar obsessivamente o entendimento e a união entre os brasileiros. Sei quem, assim como a cooptada classe artística, faz a bandidolatria, glamourizando os meliantes armados enquanto pregam o desarmamento do ‘contribuinte’ e o fim das forças públicas policiais.

Apenas milicianos querem ser o único braço armado que defende a população. É isso que são quando se unem ao narcotráfico da América do Sul. Os portos do Brasil são administrados por esta gente, pois exportar pelo Pacífico torna-se muito oneroso.

Filha de 12 anos trama com amiga da mesma idade a morte do pai policial em São Miguel do Oeste. História que renderá um ótimo roteiro para mais um da série João de Deus, Flordelis, Elize Matsunaga, Suzane Von Richthofen… Filmes de superação, biografias de Machado de Assis e de Cecília Meireles nem pensar, não rendem comentários nem visualizações.

Peço que compreendam minhas limitações, principalmente ao ver em um “genocida” o melhor projeto de país para as futuras gerações. Senhor, piedade de nós. Amém!

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