VÍDEO: Noite de Bolsonaro acaba em pizza em Joinville

Presidente Jair Bolsonaro escolheu ir a uma pizzaria em Joinville após agenda oficial

A sexta-feira (6) do presidente Jair Bolsonaro em Joinville, no Norte do Estado, acabou em pizza. Após cumprir agenda oficial – almoço com empresários e políticos no Perini e visita ao Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville -, Bolsonaro manteve a tradição de quebrar protocolos e jantou em uma pizzaria na área central da cidade.

Veja imagens:

presidente janta em uma pizzaria em joinvillePresidente janta com a comitiva de segurança em uma pizzaria na área central de Joinville. – Foto: Ricardo Alves/NDTV
presidente bolsonaro coloca o [oculos e olha o celularPresidente coloca o óculos e dá uma olhada no celular – Foto: Ricardo Alves/NDTV
O restaurante, inclusive, fica próximo ao 62º Batalhão de Infantaria (62ºBI), onde ele deve pernoitar no Hotel de Trânsito.

Por volta das 19h30, o presidente estava com a comitiva em uma mesa escolhendo os sabores da pizza. Mesmo com a presença do presidente, que causou euforia, o estabelecimento não fechou para clientes. Manteve as portas abertas.

Segundo uma atendente da pizzaria, Bolsonaro apenas ficou em uma mesa “mais ao canto”.

O prefeito Adriano Silva foi visto do lado de fora da pizzaria.

Assista as vídeos:

Nas imagens, aparece o presidente comendo uma batata frita.- Vídeo: Ricardo Alves/NDTV

Após o jantar, o presidente atendeu ao pedido dos clientes que estavam na pizzaria, posou para fotos e deu autógrafos. Na saída do restaurante, foi aplaudido.

Bolsonaro pousou para fotos. – Vídeo: Ricardo Alves/ND

Ao sair do estabelecimento, o presidente foi aplaudido. – Vídeo: Ricardo Alves

Como foi a passagem por Joinville

Prefeitos, empresários e líderes de entidades de Santa Catarina tentaram, entregaram documentos com reivindicações, principalmente as obras de duplicação da BR-280, mas ficaram sem respostas concretas.

A passagem do presidente Jair Bolsonaro foi marcada por um discurso ácido, com críticas duras e até palavrão contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso.

Em muitos comentários, foi aplaudido pelos presentes no almoço servido no Perini. Quando estava se deslocando pela cidade, foi ovacionado diversas vezes, mas também causou aglomeração.

No entanto, o presidente não anunciou investimentos tão aguardados, especialmente, pela área de infraestrutura.

Relembre os pedidos da Acij e Fiesc

O ofício conjunto da Acij e da Fiesc entregue ao presidente Jair Bolsonaro destaca que o Estado não tem recebido uma contrapartida justa ao seu empenho. Veja abaixo algumas das demandas apontadas pelas duas entidades no documento:

  • “A infraestrutura de transporte é um dos fatores críticos que tiram o sono do empresário catarinense, que vê seu constante esforço em busca da competitividade se esvair quando os caminhões deixam suas fábricas para entrar em rodovias esburacadas, inseguras ou com a capacidade de tráfego totalmente comprometida. Obras como a duplicação da BR-470 e da BR-280 se arrastam vergonhosamente há muitos anos. Mesma situação ocorre na BR-163, no Oeste do Estado, em situação caótica há mais de uma década. A BR-282, que une a produção agroindustrial catarinense com os portos, também precisa de investimentos que resultem em maior fluidez e segurança para os usuários. O trecho Norte da BR-101 requer obras urgentes, mas não previstas no contrato de concessão, e que dependem de autorização da ANTT a aditivos que possam tirar do papel os projetos com recursos do pedágio”.
  • “Não podemos negligenciar outros modais, essenciais para assegurar a logística do Estado e sua interligação com o restante do País. Santa Catarina precisa da segunda etapa das obras da bacia de evolução do Complexo Portuário de Itajaí e da realização da dragagem de aprofundamento do canal externo para 16 metros e retificação de uma curva no canal de acesso aos portos de Itapoá e São Francisco do Sul”.
  • “Santa Catarina quer estar conectada à malha ferroviária nacional. Por isso, pede apoio para viabilizar o Complexo Ferroviário Catarinense, composto pelos projetos das ferrovias catarinenses Leste-Oeste (SC) e Litorânea (SC), conectados desde a fronteira com a Argentina, em Uruguaiana (RS), até Sumaré (SP), com a malha nacional e, desta forma, permitindo acesso aos principais mercados de distribuição e suprimentos”.
  • “Agregar valor à produção brasileira precisa se constituir num objetivo central da gestão da economia nacional. Nesse sentido, demandamos a implantação de uma política industrial. Estimular a industrialização significa a geração de mais inovação, de mais empregos de qualidade e de mais desenvolvimento econômico e social”.
  • “Reformas estruturantes, como a administrativa e a tributária constituem pré-requisito para assegurar a competitividade da empresa brasileira. Conclamamos que o governo se mantenha firme na disposição de avançar nas reformas, dentro dos princípios democráticos, com independência e harmonia entre os poderes constituídos. E que também trabalhe por uma legislação ambiental que respeite as especificidades das cidades e, ao mesmo, permita produzir no campo, equacionando a forte insegurança jurídica vigente na área”.
  • “Defendemos uma revisão do pacto federativo, descentralizando mais os recursos arrecadados pelo contribuinte, dentro do que foi proposto durante sua campanha, com a lógica de que precisamos de menos Brasília e mais Brasil”.

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