“Vamos ter uma secretaria de direitos humanos em Joinville”, fala Assis

Candidato do PT falou sobre suas propostas e seu plano de governo em entrevista ao portal ND+ e à NDTV Joinville

Nesta quinta-feira (29), a NDTV Joinville e o portal ND+ receberam mais um candidato à prefeitura de Joinville. Foi a vez de Francisco de Assis Nunes, do PT, falar sobre as suas propostas ideias para a cidade durante a sabatina ao Grupo ND.

Francisco de Assis Nunes tem 58 anos e é formado em Gestão Pública pela Universidade do Contestado. Tem experiência como representante comercial, microempreendedor individual e corretor de imóveis. Foi Secretário Municipal de Turismo de Itapema e presidente da Companhia de Desenvolvimento e Urbanização de Joinville, a antiga Conurb. Foi vereador, deputado estadual e deputado federal. Em 2016, concorreu como vice-prefeito.

Entrevista com Francisco de Assis foi conduzida pela apresentadora Sabrina Aguiar – Foto: Juliane Guerreiro/ND

Confira a entrevista:

O PT tem uma rejeição forte em Joinville, como ficou visível nas últimas eleições. Como superar essa rejeição?

O PT é o partido que talvez tenha a maior rejeição, mas também é o partido que tem a maior aceitação. Todas as pesquisas realizadas ultimamente apontam isso, que o PT é partido que tem o maior número de eleitores decididos a votar no partido. 

Então, a gente tem que trabalhar as questões positivas, aproveitar esse nível alto de aceitação, e tentar apresentar o nome do Assis como uma novidade. Acho que é isso que a gente tem feito. É uma outra candidatura do Partido dos Trabalhadores, eu sempre tive um bom trânsito em todos os setores da sociedade joinvilense. Então, acho que isso de certa forma, por ser candidato pela primeira vez à prefeitura, ajuda.

E também a rejeição tem diminuído à medida que o governo Bolsonaro vem sofrendo vários desgastes, pelas medidas, pela crise na economia, pelo aumento da inflação que estamos vendo agora. Por todo esse desgaste, essa tentativa de interferir na saúde pública, da privatização como queria agora e teve que voltar atrás, um desgaste em cima do outro. Esses problemas que houve no Governo Federal, o envolvimento dos filhos com a milícia, esse dinheiro que a Michelle recebeu, isso tudo levou a um desgaste grande.

Então, muita gente que votou no Bolsonaro hoje não votaria mais, a gente tem percebido isso. E acho que esses são fatores que podem fazer com que nós tenhamos um bom resultado. É nisso que a gente acredita. Do outro lado, tem uns 10 candidatos junto com o Bolsonaro e é importante para a gente fazer essa divisão de votos. O importante, pra nós, é conseguir fazer com que quem vote no PT, na esquerda, canalize os votos pra nossa candidatura. Isso vai nos levar para o segundo turno.

Em seu plano de governo, você fala sobre a necessidade de uma reforma administrativa. Na prática, quais são as suas ideias em relação a essa reforma?

Nós temos várias ideias, mas o mais importante é dizer que a gente pretende governar com as pessoas, com a sociedade joinvilense. A gente tem demonstrado isso desde a construção do nosso plano de governo, em que nós fizemos várias plenárias online por causa da pandemia.

Nós temos discutido algumas necessidades como, por exemplo, uma secretaria de direitos humanos, que nós temos que ter. O povo LGBT, os negros, os deficientes, o povo autista, muitas pessoas desses grupos minoritários precisam de políticas públicas e com essa secretaria a gente pensa que vai atender um pouco essas demandas.

Nós vamos criar também a secretaria de desenvolvimento econômico, uma grande secretaria para discutir todos os setores da nossa economia. Eu fiz isso quando fui secretário de turismo em Itapema, nós também criamos uma secretaria nesses moldes, em que cabe o turismo, a indústria, o comércio, o setor de serviços, a nossa agricultura. Ou seja, fazer uma secretaria de desenvolvimento econômico porque você pode ter diretores e não um secretário para cada segmento desses.

Vamos retomar a Fundação Cultural de Joinville porque a nossa cultura foi abandonada. O povo que participa dos projetos do Simdec esse ano não recebeu um centavo. Então, a gente quer recuperar essas questões e por isso uma reforma administrativa se faz necessária. São dois, três exemplos porque a reforma vai ser muito mais complexa do que esses três setores que eu citei.

Como devem funcionar as parcerias público-privadas para a Cidadela, a Arena Joinville e o  Centreventos?

Vai funcionar como nós fizemos na Expoville, na gestão com o prefeito Carlito. A iniciativa privada assume, você determina um tempo e nessa parceria o poder público tem que ser atendido também. Então, como esses equipamentos são públicos, a prefeitura vai poder participar. 

Se a gente quer fazer uma gestão compartilhada, discutida com todo mundo, num projeto desses nós vamos ouvir a sociedade. No caso da Arena, eu estive numa reunião com a diretoria do JEC e eles têm interesse na Arena, por que não fazer uma parceria público-privada com o próprio JEC e utilizar aqueles espaços, várias salas fechadas até hoje? Por que o JEC ou uma outra empresa não podem usar aquele espaço? Por que a prefeitura não pode utilizar melhor também aquele espaço? São essas questões que a gente vai colocar em prática.

Eu acho que o dinheiro público tem que ser investido naquilo que o município mais precisa e a gente tem que dar uma prioridade na cultura, na educação, na saúde, enfim, acho que a gente tem que analisar onde mais tem problemas na cidade, como a própria infraestrutura. As pessoas, hoje, se querem um pavimento têm que pagar. A prefeitura não está fazendo pavimentação, embora o atual prefeito tenha prometido 300 quilômetros de asfalto. Então, a gente não quer enganar as pessoas e a gente tem que canalizar os recursos para onde mais precisa, diminuir o custo da prefeitura não às custas dos servidores.

Por exemplo, a prefeitura gasta milhões por ano com aluguel e ela mesma possui vários espaços que poderiam ser utilizados sem necessidade de pagar aluguel. Ela aluga, inclusive, espaços para colocar posto de saúde. E para fazer um prédio de um posto de saúde em um bairro não custa tanto assim. Então, nós queremos enxugar a máquina dessa maneira: utilizando bem os espaços públicos, fazendo essas PPPs onde a gente entende que o custo para manter é muito alto e a iniciativa privada pode ser parceira nesse sentido.

O que é o Programa de Renda Mínima Municipal e como ele deve funcionar?

Na pandemia, o Congresso Nacional aprovou os R$ 600 para ajudar as famílias que estavam com necessidade, que perderam o emprego. O renda mínima municipal não vai ser muito diferente. Nós vamos pegar o cadastro das pessoas que fazem parte dos programas sociais do Governo Federal e vamos fazer um complemento de renda. Porque o que essas pessoas recebem é muito pouquinho, não dá para ter dignidade, achar que a pessoa que ganha R$ 300 por mês tem dignidade, ainda mais com a inflação aumentando.

Então, a nossa ideia é nesse momento de crise, de dificuldade que o país vive, nós fazermos com que essas pessoas tenham um pouco mais de dignidade, que a prefeitura possa ser parceira também e ajudar essas famílias que mais precisam. É, na verdade, um complemento de renda. A gente chama de renda mínima porque é um projeto do senador Eduardo Suplicy, que é a paixão da vida dele esse tema, ele participou de uma live conosco e nós discutimos essa possibilidade.

E, em Joinville, eu acho que é possível sim a gente dar conta de dar uma atenção para essas famílias que mais precisam. É uma renda complementar local.

Você fala em desenvolver e implementar uma nova política de zoneamento econômico, com localização mais apropriada para cada uma das atividades econômicas, aproximando local de trabalho e moradia. Como reabrir essa discussão sendo que a LOT já foi amplamente discutida e até mesmo aprovada?

Tudo o que é discutido na Câmara é possível rever, basta o prefeito ter vontade e decisão política de fazer um novo projeto. A nossa concepção é que o trabalhador, quanto mais perto do local de trabalho ele viver, melhor pra ele, sobra mais tempo para o lazer, para a família. Então, a gente quer fazer com que os nossos bairros tenham áreas em que possam ser construídos empreendimentos.

A LOT está aprovada, mas nós vamos rever muita coisa. Não só essa questão de localização, de utilização do espaço, do que pode e o que não pode ser construído em determinadas áreas. Quero garantir que uma das primeiras coisas que a gente vai fazer é rever todos os contratos que a prefeitura tem, e são muitos, na área de prestação de serviço, nos aluguéis. A gente está se dispondo a isso, a ser prefeito para mudar essa realidade e inverter prioridades.

Quando a gente fala num novo modelo, é porque a gente não concorda com esse modelo que está aí. Não pode se admitir que um trabalhador da zona Sul trabalhe na zona Norte por falta de opção e de possibilidades. A prefeitura tem que ter a responsabilidade de ajeitar as coisas pra que as pessoas trabalhem mais perto das suas casas. Então, qualquer empreendimento que um empresário possa dar agilidade nos processos, permitindo, inclusive, essa mudança de zoneamento.

Eu não tenho dúvida de que quando a gente explicar a razão pela qual estamos fazendo isso, nós vamos ter o apoio da sociedade e da Câmara de Vereadores.

O senhor fala em instalar unidade de reabilitação para pacientes atingidos por sequelas deixadas pela infecção do novo coronavírus, com equipe multiprofissional de médicos e fisioterapeutas. Onde e como isso vai funcionar?

Para cada quatro pessoas que tiveram Covid, uma fica com algum tipo de sequela, então são muitas pessoas em Joinville que vão ter problema e a gente vai ter que cuidar. Esse é um olhar para o ser humano. Então, nós vamos ter um setor dentro da área pública para estar acudindo essas pessoas. Essa é uma proposta da minha vice, Antonia Grigol, que é enfermeira e professora, e conhece muito da área. Esse e um programa específico para a saúde da mulher, que são duas áreas essenciais que nós queremos enfrentar no primeiro ano de governo. A questão das sequelas da Covid é mais urgente ainda.

Nós não chegamos a um detalhamento do local, mas quanto mais centralizado for, facilita para todo mundo. Eu acho que dificilmente a gente vai fazer isso num determinado bairro, a tendência é que façamos aqui na região mais próxima do Centro para atender todas as demandas dos bairros.

Realocar o trânsito ferroviário da cidade em parceria com governo estadual e federal, possibilitando a melhor fluidez no trânsito em várias regiões da cidade é uma de suas propostas. Como viabilizar essa questão levando em conta que o contorno ferroviário já se discute há anos em Joinville?

Algo que a gente não pode é se dar por vencido. Infelizmente, essa última gestão pouco fez nesse sentido, de pressionar e buscar esses recursos. A gente não vai ficar confirmado com o não. O que a gente quer colocar é que nós vamos em busca de recursos para esses projetos para mudar essa realidade em Joinville.

Nós só temos duas alternativas: ou desloca o trem para outro lugar que não corte a cidade como acontece hoje ou faz os elevados para que o trem passe por baixo e os carros por cima, coisa que me parece muito improvável. O custo seria enorme e o município não tem condições. 

O que não dá é pra gente se confirmar com a situação. O povo da zona Sul, principalmente, sofre muito com isso e a quer fazer projeto, buscar recursos e, quem sabe, conseguir durante os quatro anos mudar essa realidade.

Você fala em construir a ponte de ligação entre o Bucarein e o Boa Vista, além de outras pontes pelo município. Quanto elas custariam e de onde viriam esses recursos? 

A ponte do Adhemar Garcia, que o Udo prometeu, as informações que nós temos é que já foram investidos mais de R$ 20 milhões em projetos. A pergunta que se faz é: deixa esse dinheiro perdido ou dá continuidade? Eu penso que a gente tem que ter responsabilidade com o dinheiro público, então se já tem esse valor investido em projetos, se as questões ambientais estão resolvidas e adiantadas, eu acho que tem que fazer.

Eu não sou daquele tipo que abandona a iniciativa de outro governo a exemplo do que esse governo tem feito com obras que nós deixamos prontas, a exemplo do Parque da Cidade, que está abandonado. Foi uma obra que nós deixamos bonita, nova, e passados oito anos está tudo largado. Então, nós não somos desse tipo, a gente quer dar continuidade. 

Uma outra ponte que a gente vai estar colocando nosso plano de governo é a que liga a rua Coronel Francisco Gomes com a rua Nacar, ligando o Bucarein com o Guanabara. Ali é um trânsito muito pesado, nos horários de pico está tudo congestionado e nós temos que buscar soluções para o nosso trânsito, para a mobilidade urbana. E também quem vem do Fátima para o Centro, por trás do terminal de ônibus, tem uma ligação ali paralela à rua Guanabara que a gente também pode resolver isso fazendo uma ponte.

Então, são duas pontes relativamente pequenas, que não tem nem comparação com a que o Udo prometeu do Adhemar Garcia ao Boa Vista. Nós não temos um custo ainda, mas temos a obrigação de buscar esses recursos fora, já que não é possível fazer só com o nosso orçamento. De tudo que Joinville arrecada, nós temos 2% ou 3% do máximo para investimento. Então, nós não somos irresponsáveis de prometer coisas que não podemos cumprir. Quando a gente fala dessas pequenas pontes é porque tem coisas que é possível fazer em quatro anos.

Diferentemente do governo que prometeu essa enorme ponte e que a gente tem dúvida ainda da sua capacidade de diminuição do trânsito porque todo o trânsito que vem para o Centro, se passar por esse local, vai ter que passar no Boa Vista e retornar para o Centro. Nós queremos reativar o Ippuj, um órgão que tanto ajudou e foi desativado e estudar isso com os técnicos.

A licitação e as obras do rio Mathias estão suspensas e tendem a ser um desafio para o próximo prefeito de Joinville. Como pretende lidar com essa questão?

Ali é outro exemplo claro de dinheiro público jogado. Parece que foi interrompido o contrato com a empresa que fazia, mas, mais uma vez, é muita grana jogada ali e a gente vai ter que ter a responsabilidade de retomar isso, sem sombra de dúvida. Não dá pra assumir o governo e mandar botar asfalto em cima daquilo ali sem concluir a obra.

Então, nós temos que rever tudo isso, fazer uma auditoria de quanto foi gasto, fazer as medições pra saber se o que foi pago está de acordo com o que foi efetivamente feito. Fazer esses levantamentos e mostrar para a sociedade para onde foi esse dinheiro nosso e retomar as obras. Nós temos a responsabilidade de concluir, não dá pra deixar o nosso Centro assim, nós temos que recuperar o Centro de Joinville, a auto-estima, fazer com que esse Centro seja forte novamente na área da economia, com o nosso comércio, que as lojas que fecharam possam reabrir. Que os nossos restaurantes e bares que tiveram as portas fechadas por causa dessa obra desastrosa possam reabrir e que o emprego possa ser gerado de novo.

O terminal de ônibus, por exemplo, nós vamos retirar dali, não vai mais terminal no Centro. Nós vamos fazer ali uma grande praça, uma área bacana para as pessoas circularem. Joinville precisa mais de gente e menos de carro no Centro da cidade. É uma filosofia que a gente tem adotado e onde a gente governa temos praticado isso. Então, a gente quer trazer essas coisas novas, que as grandes cidades do mundo têm feito. Revitalizar o Centro de Joinville é uma responsabilidade de todos nós, está no nosso plano de governo e nós vamos fazer.

Outro impasse em Joinville é a questão do transporte coletivo. Quais são seus projetos em relação ao assunto? Como reduzir a tarifa que é uma das mais caras do Estado?

Nós temos na nossa proposta a licitação do transporte público. Outros candidatos também colocaram isso, o que nos diferencia dos demais é que, na nossa proposta, a venda do bilhete vai ficar com a prefeitura, vai ser pública. Nessa licitação que nós estamos propondo, nós vamos contratar o serviço, o ônibus com motorista, uma empresa que faça a manutenção e que bote o ônibus pra rodar, é isso.

A cobrança do bilhete vai ser de uma empresa pública. Nós comercializando, vamos ter o controle de tudo que entra e o controle de quanto a gente tem que pagar para as empresas por esse serviço prestado. Com isso, nós temos certeza absoluta de que nós vamos conseguir baratear o serviço, prestar um serviço melhor para a comunidade, exigir mais linhas, ônibus mais rápidos para que a nossa população utilize mais o transporte coletivo.

O nosso grande sonho é fazer com que Joinville tenha menos carros na rua, que as pessoas utilizem os seus automóveis no final de semana, mas não para o dia a dia. Nós temos que fazer com que as pessoas entendam que o transporte coletivo é importante, é bom, que o custo da passagem é barato e que tenha na hora que ela precisa.

Entrevista foi transmitida pelo programa Balanço Geral – Foto: Juliane Guerreiro/ND

Por que o eleitor joinvilense deve votar em você?

Porque o eleitor joinvilense não quer a continuidade. Essa é uma constatação não minha, mas de toda a população, e nós somos essa novidade. É a primeira vez que eu me candidato a prefeito, nós queremos inverter prioridades, tenho muita vontade de fazer isso. Sou um cidadão que veio pra cá pequeno, com 9 anos de idade, então Joinville não é a cidade em que eu nasci, mas a cidade que os meus pais escolheram pra viver e para criar a gente.

Então, estou com essa determinação de inverter prioridades, governar para todos, priorizar sempre os que mais precisam do governo. Eu tenho dito que muita gente não precisa do governo, mas tem muita gente que precisa. E é pra essas pessoas, prioritariamente, que a gente vai fazer a nossa cidade.

Fazer pavimentação nos bairros, na periferia. São mais de 600 quilômetros de estrada de chão, algumas ruas com 30, 40 anos que não receberam pavimentação e, hoje, se precisarem, no modelo que está aí, tem que pagar por isso. Quando em outras regiões mais centrais não precisa pagar, então sempre sobra para o mais pobre. Por isso, nós queremos governar para todos, mas priorizar essa classe da nossa sociedade, quem mais precisa do serviço público.

Então, por isso, o grande desafio da minha vida, junto com a Antonia, é governar Joinville pra todo mundo, priorizando sempre as pessoas mais necessitadas, quem depende de uma boa educação, de uma boa saúde e que não tem. Por exemplo, vamos fazer no Vila Nova o PA da região Oeste. Essas pessoas que precisam e moram nessa região, têm que se deslocar ao Hospital São José ou procurar um dos PAs em outras áreas. Com esse quarto PA, a gente pensa que vai dar atenção de forma mais distribuída pela nossa cidade.

São ações simples, como os CEIs em tempo integral e que acabaram nesse governo e nós queremos retomar. Na área da segurança, vamos implantar câmeras de segurança nas ruas principais e comerciais dos nossos bairros com uma grande central de monitoramento feita pela própria prefeitura.

Então, é isso que é a minha paixão, eu poder contribuir com o meu conhecimento, com a minha experiência na vida pública. Eu que sou formado em Gestão Pública, que fui oito anos deputado, fui vereador na cidade. Conheço bem Joinville e quero colocar isso à disposição da nossa gente. Por isso que me empolga, por isso que quero ser prefeito de Joinville, e o primeiro passo é passar no primeiro turno dessa fase para a próxima.

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