Senador Jorginho Mello garante investimentos nas rodovias catarinenses

Em conversa com o jornalista e colunista Paulo Alceu, o senador pontuou outros pontos de interesse, por exemplo, a importância do Pronampe

Nesta segunda-feira (8) o Grupo ND recebeu a visita do senador catarinense Jorginho Mello, do PL.

Em conversa com o jornalista e colunista do Grupo ND, Paulo Alceu, o parlamentar debateu pautas importantes para o estado de Santa Catarina.

Confira alguns pontos abordados na entrevista:

Eu já começo lhe perguntando sobre o Pronampe, onde, pelo visto, o presidente Jair Bolsonaro colocou como um programa principal no Brasil durante a pandemia. Até porque recupera a micro e pequena empresa, recupera a economia, mas vai ter mais dinheiro para o Pronampe?

Obrigado pela entrevista, Paulo Alceu. O Pronampe foi a melhor linha de crédito dos últimos 30 anos. Reconhecido não somente pelo presidente como pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Nunca teve uma taxa de juros, Selic mais 1,25, nunca existiu isso para o micro e pequeno empresário conseguisse capitalizar.

É um capital de giro para melhorar seu negócio, seu ambiente de negócio e comprar melhor e vender melhor. Então, foi um sucesso. Nós emprestamos R$ 38 bilhões. Só não emprestamos mais R$ 5 bilhões porque, infelizmente, o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, ficou em cima do projeto 29 dias e só tivemos seis horas do final do ano passado para que a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e as cooperativas de crédito conseguissem emprestar dos R$ 10 bilhões, conseguimos emprestar R$ 5,5 bilhões. Ou seja, não emprestamos R$ 4,5 bilhões por conta dos caprichos do Rodrigo Maia.

Não aprovou e ela estava lá. Agora, o Arthur Maia vai aprovar. Enfim, foi um sucesso absoluto. A soma é de R$ 38 bilhões, onde R$ 4 bilhões foram para Santa Catarina, onde temos 36 mil empresas e isso foi um sucesso absoluto. Agora, como é permanente, ele precisa de verba para o fundo garantidor.

Mas de onde vem esses recursos?

Estamos com uma lupa procurando em fundos constitucionais que o governo não usa e, por incrível que pareça, isso existe. Agora, o fundo 157, onde o governo federal nos enganou lá atrás, na época do Sarney, onde era meio compulsório aplica-lo e esse dinheiro existe e estou indo atrás dele.

Está guardado em bancos oficiais, bancos de investimento e está meio “sem dono” porque o Governo Federal não paga e me diz se você conhece alguém que recebeu esse fundo 157. Eu não conheço ninguém. Não só atrás desse, mas como de outros fundos para que possa incrementar e colocar mais dinheiro no fundo garantidor para que ele seja emprestado para micro e pequenas empresas.

Além disso, estou trabalhando, junto com o Ministério da Economia que está ajudando, para que o governo coloque dinheiro no fundo garantidor e os bancos alavanquem. Isso porque os bancos não emprestaram um micro do dinheiro deles, só emprestaram os R$ 38 bilhões que o governo colocou no fundo garantidor.

Acompanhe o restante da entrevista com Jorginho Mello:

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