Altair Magagnin

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Mas, afinal, aumento do IPVA é “crime irresponsável” ou é “fake news”?

Guerra de narrativas é travada pelo ex-governador Raimundo Colombo e pelo atual governador, Carlos Moisés, tendo eleições de 2022 como pano de fundo

Uma guerra de narrativas sobre o IPVA está sendo travada pelo ex-governador Raimundo Colombo (PSD) e pelo atual governador, Carlos Moisés (sem partido).

Raimundo Colombo e Carlos Moisés – Fotos: Alexandre Lenzi/Divulgação/ND e Maurício Vieira/Divulgação/NDRaimundo Colombo e Carlos Moisés – Fotos: Alexandre Lenzi/Divulgação/ND e Maurício Vieira/Divulgação/ND

Colombo diz que houve aumento. Usou o exemplo do próprio carro para questionar o reajuste médio de 23%. E lançou um desafio para que os motoristas façam as contas.

Para o ex-governador, o percentual está descolado da realidade, em especial considerando a inflação, que fechou o ano em pouco mais de 10%.

“Irresponsável” e “crime” foram expressões usadas por Colombo.

Por sua vez, o aumento do IPVA foi classificado como “fake news” pela comunicação do governo.

O Estado afirmou que “vem sendo acusado de ter aumentado o imposto” a partir de “uma leitura distorcida e tendenciosa da realidade com evidentes fins políticos”.

Mesmo que não tenha aumentado o percentual do IPVA, o valor subiu.

O motivo é a valorização do preço dos veículos seminovos e usados nos últimos meses, em média, em 23% em 2021.

Ainda assim, em Santa Catarina, aplicam-se as alíquotas mais baixas do país: entre 1% e 2%, dependendo do carro.

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