Paulo Alceu

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Presidente Bolsonaro sugere que governos estaduais participem do auxílio emergencial

Municípios e estados, que segundo o STF conhecem muito mais a realidade local, deveriam lançar mão de parte desses valores e criar uma espécie de auxilio aos desassistidos

Governo e Congresso estão ajustando um plano dentro dos limites fiscais para atender os brasileiros que vivem em condições vulneráveis. Além disso, vem aí a nova etapa do programa de redução da jornada de trabalho para garantir o emprego. Deu certo na primeira vez, sendo assim o governo já editou nova proposta.

Há um indicativo que partiu do presidente Bolsonaro de governos estaduais integrarem esse programa – Foto: Divulgação/Paulo Alceu/NDHá um indicativo que partiu do presidente Bolsonaro de governos estaduais integrarem esse programa – Foto: Divulgação/Paulo Alceu/ND

Pois é, estamos num novo momento da pandemia que não arrefeceu. Só para se ter uma ideia em relação ao auxílio emergencial, há um indicativo que partiu do presidente Bolsonaro de governos estaduais integrarem esse programa. Seria uma união de esforços de todos os entes federativos em defesa do brasileiro mais vulnerável.

O que se vê na verdade é um jogo de empurra, passando a responsabilidade para o outro e, com isso, acrescentando criticas e tentando capitalizar eleitoralmente. Durante o ano passado, visando combater a pandemia e equilibrar as finanças de estados e municípios, o governo federal liberou cerca de R$ 78 bilhões, sendo que R$ 43 bilhões ainda estão circulando, segundo o Banco Central.

Esses recursos poderiam, numa espécie de solidariedade federativa, ajudar no auxílio emergencial. Municípios e estados, que segundo o STF conhecem muito mais a realidade local, deveriam lançar mão de parte desses valores e criar uma espécie de auxilio aos desassistidos. Outro dado que se somaria a esse esforço solidário seria os deputados liberarem as emendas para esse programa. Significam mais de R$ 300 milhões.

É hora de unir esforços e não dividir, com discursinhos personalizados e politiqueiros. Já chega os partidos de esquerda usando o STF como puxadinho jurídico para criarem obstáculos.