Paulo Alceu

pauloalceu@ndtv.com.br Análises qualificadas e comentários assertivos acerca dos assuntos mais relevantes para os catarinenses.


STF 2022: o que se pode esperar da Suprema Corte este ano?

Nada mais do que já vem demonstrando até aqui. Uma Corte marcada por interferências nos Poderes munida por interpretações de conveniência da Constituição. Agindo ora como Legislativo e ora como Executivo criando inclusive uma insegurança jurídica comprometendo a credibilidade da Justiça, que merece respeito. Enquanto tivermos um Senado omisso dificilmente teremos uma Suprema Corte em sua digna função de guardiã da Constituição. Hoje mais parece uma Vara de Primeira Instância atendendo apelos de partidos que usam a Corte como puxadinho ideológico. A promotora Claudia Rodrigues de Moraes Piozevan lançou o livro “Sereis como Deuses : O STF e a subversão da Justiça” , destacando que juízes não têm como função criar leis nem políticas públicas, muito menos administrar a economia, a saúde, a educação e a segurança pública. Fazer leis e administrar são funções de autoridades eleitas pelo povo. Fica a sugestão de um trabalho detalhado que evoluiu no ativismo judicial. Boa leitura !

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