Paulo Alceu

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Brasil trabalha hoje com o menos pior, até porque, não há opções políticas respeitáveis

O Brasil hoje trabalha com a hipótese do menos pior. Até porque, não há opções de lideranças políticas respeitáveis disponíveis. Tirar Michel Temer do Planalto pode ser mais cruel para o país do que mantê-lo. Um país em fase de estagnação. Mas, como ter um presidente no comando com uma espada da Justiça na cabeça? Usando uma expressão bem popular: “É o que temos para o momento”. E assim, pelo visto, iremos até final de 2018.  A não ser que fatos mais contundentes vindos do deputado Rodrigo Rocha Loures e do operador do PMDB do caixa dois, Lúcio Funaro, implodam em definitivo o Planalto. Temer, ao atravessar o tsunami do TSE, sente-se mais fortalecido e passou a trabalhar sua base no Congresso. Em paralelo, declarou guerra à Lava Jato. Ou seja, está tendo as mesmas atitudes do PT quando no poder.

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