Custo do voto dos eleitos em Santa Catarina varia de R$ 0,02 a R$ 31

PSL foi o partido que teve o melhor custo-benefício; Angela Amin (PP) teve o voto mais caro e sargento Lima o mais barato

A relação entre o custo das campanhas para o número de votos recebidos revela quanto cada candidato aplicou por voto recebido nas eleições de 2018. Com base nos dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o Notícias do Dia analisou o custo-benefício dos 59 eleitos em Santa Catarina, que serão diplomados na próxima terça-feira (18). O valor empregado por voto em Santa Catarina variou de 2 centavos, no caso do deputado estadual Sargento Lima (PSL), a R$ 31, custo de cada voto recebido por Berlanda (PR).

Dos 40 deputados eleitos para a Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina), 13 gastaram mais de R$ 10 por voto e três deputados empenharam mais de R$ 20. No lado oposto da tabela, cinco estaduais eleitos tiveram um custo por voto menor que um real, todos eles do PSL. 

Na Câmara dos Deputados, dos 16 eleitos, sete gastaram mais de R$ 10 por voto, sendo que Angela Amin (PP) empregou R$ 27,76 por voto recebido. O melhor custo-benefício para a Câmara também foi do PSL, com Caroline de Toni, que gastou 55 centavos por voto. 

Na disputa pelo senado, Esperidião Amin (PP) gastou R$ 2,50 por voto enquanto Jorginho Mello (PR) empregou R$ 1,94. Já o voto empregado no governador eleito Carlos Moisés (PSL), que no segundo turno alcançou 71% dos votos válidos, teve um custo de 27 centavos.

Se analisados o custo do voto por partidos na Alesc, o PV foi o partido que teve o voto mais caro (R$ 27,2), seguido do PSC (R$ 18) e PR (R$ 16). Os mais baratos foram PSL (R$ 0,45), PT (R$ 3,3) e PSB (R$ 5).

Veja o custo do voto dos eleitos em SC

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