Altair Magagnin

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Depois de se acovardar perante os caminhoneiros, Temer pode recolocar Brasil como refém

Somente uma nota emitida no fim de semana foi suficiente para reacender a preocupação

Acovardado, o presidente Michel Temer (MDB) virou refém na greve de 11 dias dos caminhoneiros, entre maio e junho. Depois de prometer mundos e fundos, e não conseguir entregar, o governo federal coloca o país outra vez em risco de colapso. Somente uma nota emitida pela UDC (União dos Caminhoneiros do Brasil), no fim de semana, foi suficiente para reacender a preocupação. Aqui em Santa Catarina, como a coluna publicou ontem, os setores de inteligência já monitoram eventuais focos de mobilização. 

Uma nova paralisação de caminhoneiros foi classificada como “boato” pela Fetrancesc (Federação das Empresas de Transporte de Carga). A entidade republicou, nessa segunda-feira (3), um comunicado emitido pela CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos) afirmando que “não há motivos para uma nova paralisação, uma vez que todas as medidas reivindicadas e negociadas com o governo federal estão sendo cumpridas”. O presidente da Fetrancesc, Ari Rabaiolli, não quis conceder entrevista sobre o assunto.

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