Altair Magagnin

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#tbt com Carlos Moisés, o que avançou desde a primeira entrevista do então candidato

Coluna aproveita que quinta é dia de #tbt para resgatar uma das primeiras entrevistas concedidas por Comandante Moisés

Na ausência de uma entrevista recente do governador eleito Carlos Moisés (PSL), a coluna aproveita que quinta-feira é dia de #tbt para resgatar uma das primeiras entrevistas concedidas pelo candidato Comandante Moisés, em 22 de agosto, para o SC no Ar, da RICTV.

Entrevista de Moisés em agosto - Reprodução/ND
Entrevista de Moisés em agosto – Reprodução/ND

Desde a primeira entrevista, o “enxugamento da máquina pública” é apresentado como estratégia central, assim como o prestigio aos servidores de carreira. Candidato em chapa pura, Moisés avaliou como trunfo não precisar “acomodar pessoas” em um “Estado inchado”. Até o momento, as declarações estão sendo colocadas em prática. 

Quanto à Segurança Pública, prometeu a recomposição dos efetivos e o uso da tecnologia. Até o momento, anunciou a criação de um Conselho de Segurança, com as polícias Civil, Militar, Bombeiros e Instituto de Perícias. A ordem é promover uma integração efetiva entre as forças. Sobre contratações, somente a partir segundo quadrimestre de 2019, dependendo do enxugamento que for feito nos quatro primeiros meses do ano.

Na entrevista em agosto, o então candidato nutria a esperança de que a ponte Hercílio Luz pudesse ser concluída ainda em 2018. Sobre a revitalização, Moisés afirmou que, em geral, “o Estado é muito ruim enquanto construtor”. Até o momento, anunciou ações em defesa da eficiência na gestão pública, mas nada específico sobre a ponte.

Sobre as rodovias catarinenses, citou o índice de 73,5% de estradas consideradas “ruins ou péssimas”. Também lamentou a carência em outros modais como portos e aeroportos. Não descartou privatizações. Até o momento, sinalizou a extinção do Deinfra e do Deter, centralizando os trabalhos na Secretaria de Infraestrutura, mas nada concreto.

O ensino em tempo integral foi classificado como de “extrema importância”. Outro objetivo anunciado foi a “fixação do adolescente no ensino médio”. A promessa foi de melhorar a infraestrutura e valorizar os professores. Até o momento não foi anunciado nenhum detalhe sobre a Secretaria de Educação e nem apresentado o futuro titular.

Sobre duodécimo, a ideia apresentada foi mudar a forma de distribuição do recurso. Ao invés de percentual sobre Receita Corrente Líquida, a proposta seria estabelecer orçamento. Até o momento, o assunto não entrou em pauta oficial.

Assista à entrevista na íntegra

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