Atendimentos por teleorientação da Qualirede alcançam cerca de 315 mil pessoas

Serviço já era oferecido pela empresa e a procura aumentou com a pandemia do novo coronavírus

Entre janeiro de 2018 a julho de 2020, foram cerca de 315 mil telemonitoramentos – Foto: Engin_Akyurt por Pixabay

Muito tem se falado em atendimento aos pacientes por teleorientação em meio à pandemia. A Qualirede, líder em gestão em saúde para o setor público, já vinha aperfeiçoando e obtendo resultados positivos com esse sistema de atendimento, antes mesmo da Covid-19.

Os números apontam que entre janeiro de 2018 a julho de 2020, foram realizados cerca de 315 mil telemonitoramentos, que atualmente ultrapassam os atendimentos presenciais, que somam 230 mil.

Esses números indicam uma crescente procura do usuário pelo serviço de teleorientação, e demonstram a aceitação dos pacientes a esse tipo de atendimento.

Essa busca é importante para impulsionar o avanço da telemedicina, principalmente neste cenário de pandemia, para que seja possível continuar levando saúde e atendimento de qualidade, ainda que a distância.

Atenção sem sair de casa

Serviços como os de teleorientação contribuem para que as pessoas não deixem de dar atenção às doenças crônicas, ou a outros sintomas e tratamentos, bem como ter um atendimento profissional sem precisar sair de casa.

Segundo a Gerente de Rede Credenciada e Relacionamento com Beneficiários da Qualirede, Iza Daiana Wiggers, a Qualirede aposta nos recursos tecnológicos há muitos anos. A diferença é que antes da pandemia, a teleorientação era mais ativa por parte dos profissionais de saúde, que ligavam para os pacientes, para monitoramento dos casos.

“De abril para cá, as pessoas começaram a ter a iniciativa de buscar teleorientação para se informar sobre os sintomas da Covid-19 ou outras orientações sobre casos de saúde. Tivemos um aumento de teleorientações, o que demonstra a preocupação das pessoas em buscar um acompanhamento profissional, além de um canal seguro de atendimento remoto para dúvidas e informações sobre saúde”, afirma Iza.

Preocupação com a saúde, independente da pandemia

Além do aumento na procura por atendimento em saúde via teleorientação, outro ponto que chama atenção é o perfil das dúvidas e queixas mais frequentes apresentadas pelos usuários.

“No início da pandemia, a maioria das dúvidas eram referentes aos sintomas da Covid-19. Com o passar dos meses, as pessoas passaram a perguntar sobre outros aspectos de sua saúde”, relata a Gerente de Rede Credenciada e Relacionamento com Beneficiários da Qualirede.

As pessoas estão percebendo que não podem esquecer de dar continuidade aos tratamentos de saúde, manter em dia os exames e consultas de rotina mesmo em meio à pandemia.

Teleorientação antes da pandemia

Apesar de o serviço de atendimento via telemedicina no Brasil ter sido sancionado pelo governo federal recentemente, no dia 16 de abril, a teleorientação já era utilizada antes da pandemia.

Neste cenário atual, o serviço vem se tornando mais popular por evitar que as pessoas saiam de casa e se exponham, sem necessidade, ao coronavírus.

Outros números

Além dos resultados com a teleorietanção, apenas no período de janeiro de 2018 a julho de 2020, a Qualirede soma mais de 18 milhões de contas médicas analisadas, 732 mil vidas atendidas, 175 mil visitas mensais de pacientes internados e 1,7 milhão de atendimentos via Call Center.

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