Campanha da vacina contra gripe tem baixa procura em Santa Catarina

Até o final da imunização, previsto para 9 de julho, a meta da Dive/SC é vacinar ao menos 90% do público-alvo total no Estado

A campanha da vacina contra a gripe iniciou há quase dois meses, porém apenas 836.184 pessoas foram imunizadas nas unidades de saúde em Santa Catarina. O público-alvo total é de 2.757.175 cidadãos, mas de acordo com o Governo do Estado somente 30% recebeu a dose, até esta quarta-feira (2).

Profissional da saúde com a dose da Campanha da vacina contra gripeCampanha da vacina contra gripe imunizou apenas 30% do público-alvo em SC – Foto: Mauricio Vieira/Secom/Divulgação/ND

Dos grupos que já começaram a vacinação, os idosos são os que menos receberam a vacina, com somente 34%. Logo após, estão trabalhadores da saúde com 36,1%, gestantes com 48,7%, além de crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade com 55,5%. Até o momento, os povos indígenas apresentam o maior percentual de vacinados, com 61,5% do total.

Para acompanhar os dados atualizados da imunização em Santa Catarina, o Ministério da Saúde lançou o Painel Nacional de Vacinação contra a influenza 2021. Até o fim da campanha, que vai até 9 de julho, a meta da Dive/SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica) é vacinar ao menos 90% da população dos grupos prioritários.

Última etapa da campanha

A terceira e última etapa da campanha de vacinação contra a influenza no Estado começará na próxima quarta-feira (9).

Entre os grupos que receberão a dose estão pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, seguida de pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, forças armadas, forças de segurança e salvamento.

Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade também podem ser imunizados.

A vacina protege contra três subtipos do vírus, sendo eles, influenza A (H1N1), influenza A (H3N2) e influenza B, além de reduzir os sintomas da doença, evitando a evolução para casos graves e possíveis óbitos.

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