Chapecó zera número de pacientes no Centro Avançado de Atendimento Covid

Espaço foi construído no Centro de Eventos com 75 leitos de enfermaria e 20 de UTSI; último paciente foi transferido ao HRO neste sábado (3)

Criado no dia 24 de fevereiro de 2021, o CAAC (Centro Avançado de Atendimento Covid-19) zerou o número de pacientes atendidos no espaço montado no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina.

Após pouco mais de um mês, o último paciente que estava internado na UTSI (Unidade de Tratamento Semi-Intensivo) com ventilação mecânica, foi transferido neste sábado (3) para o HRO (Hospital Regional do Oeste). 

O local foi montado para atendimento aos pacientes quando o município viveu um colapso da saúde com a alta de casos ativos e de mortes.

O local está sem nenhum paciente internado. – Foto: Reprodução/Prefeitura de Chapecó/NDO local está sem nenhum paciente internado. – Foto: Reprodução/Prefeitura de Chapecó/ND

As duas enfermarias, 1 e 2, que totalizam 75 leitos, já haviam sido desativas pela ausência total de pacientes. Toda a estrutura municipal está preservada e limpa para que se necessário, com nova alta de casos de Covid-19, a sua ativação seja imediata.

Durante o período em que esteve com pacientes, foram realizadas 102 altas e 85 transferências para hospitais. O número de mortes chegou a 19 no CAAC.

O prefeito de Chapecó, João Rodrigues, colocou a estrutura do CAAC à disposição para o Estado ou o Governo Federal caso queiram assumir a operacionalização e custos para atender outras regiões do Estado ou do Brasil para o atendimento de pacientes com Covid-19.

Todos os leitos criados para atendimento de pacientes com Covid-19 estão desocupados. – Foto: Reprodução/Prefeitura de Chapecó/NDTodos os leitos criados para atendimento de pacientes com Covid-19 estão desocupados. – Foto: Reprodução/Prefeitura de Chapecó/ND

Profissionais continuam em treinamento

Mesmo com a desativação da UTSI, os profissionais que continuam à disposição, passam por treinamentos e capacitações profissionais ministrados pelo especialista intensivista e em gestão de crises e catástrofes Michel Cadenas.

A intenção, segundo a prefeitura, é ampliar o conhecimento, ajustar processos e procedimentos, assim como manter em perfeita operacionalização da ala de UTSI caso tenhamos necessidade de retornar o atendimento à pacientes vítimas do Covid-19.

A Administração Municipal destacou que todos os valores investidos no Hospital de Campanha são provenientes de recursos próprios da Prefeitura de Chapecó, com auxílios de doações de pessoas da comunidade e também da campanha SOS Chapecó, promovida pelas entidades do CEC (Centro Empresarial de Chapecó).

A Unidade de Terapia Semi-Intensiva também não possui mais pacientes internados. – Foto: Reprodução/Prefeitura de Chapecó/NDA Unidade de Terapia Semi-Intensiva também não possui mais pacientes internados. – Foto: Reprodução/Prefeitura de Chapecó/ND

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Saúde