Confira os 14 bairros de Florianópolis com maior número de focos do mosquito da dengue

Atualmente, a Capital catarinense é a segunda cidade do Estado com mais focos do mosquito Aedes aegypti, atrás apenas de Joinville

Em Florianópolis, 14 bairros concentram o maior número de focos do mosquito da dengue. Atualmente, a Capital catarinense é a segunda cidade do Estado com mais focos do mosquito, atrás apenas de Joinville.

14 bairros concentram maior número de focos do mosquito da dengue – Foto: PMF/Divulgação/ND14 bairros concentram maior número de focos do mosquito da dengue – Foto: PMF/Divulgação/ND

Nesta segunda-feira (9), a prefeitura municipal, por meio do Centro de Controle de Zoonoses, monitorou os bairros com mais focos do Aedes aegypti, vetor da doença.

Agronômica, Barra da Lagoa, Campeche, Canasvieiras, Capivari, Capoeiras, Carianos, Centro, Ingleses, Itacorubi, Lagoa da Conceição, Rio Vermelho, Saco dos Limões e Trindade são os bairros com mais focos do mosquito da dengue.

Nas últimas semanas, foram realizadas ações de controle e prevenção com a aplicação de inseticidas em bairros como o Rio Vermelho e Costeira do Pirajubaé.

Situação em Santa Catarina

Segundo a Dive/SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica), em 2021 Santa Catarina bateu o recorde no número de casos de dengue. No período de 03 de janeiro a 31 de julho, foram identificados 45.183 focos do mosquito Aedes aegypti em 218 municípios.

Comparando ao mesmo período de 2020, quando foram identificados 24.597 focos em 187 municípios, observa-se um aumento de 83,7% no número de focos detectados.

Até o momento, ocorreram seis mortes pela doença: dia 30 de abril, um paciente de 49 anos; dia 1° de maio, um paciente de 79 anos; dia 02 de maio, um paciente de 75 anos; dia 13 de maio, um paciente de 33 anos; dia 24 de maio, um paciente de 49 anos e dia 1° de junho um paciente de 68 anos.

A Dive/SC também informou que as cidades de Joinville, Navegantes, Camboriú e Santa Helena já se enquadram em uma situação de epidemia por conta do número elevado de contaminações. A OMS (Organização Mundial da Saúde) considera epidemia quando a taxa de incidência supera os 300 casos por 100 mil habitantes.

Como evitar a proliferação do mosquito

O órgão também ressalta alguns dos hábitos que se deve adotar para frear a criação e contaminação do mosquito:

  • evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usá-los, coloque areia até a borda;
  • guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
  • mantenha lixeiras tampadas;
  • deixe os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
  • plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;
  • trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
  • mantenha ralos fechados e desentupidos;
  • lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;
  • retire a água acumulada em lajes;
  • dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em banheiros pouco usados;
  • mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;
  • evite acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue;
  • denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;
  • caso apresente sintomas de dengue, chikungunya ou zika vírus, procure uma unidade de saúde para o atendimento

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Saúde

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