Covid-19: fiscalização em janeiro penaliza empresas de ônibus em Joinville

Agentes da Vigilância Sanitária do município acompanharam trajeto de 152 linhas do transporte coletivo das empresas Transtusa e Gidion

A fiscalização das regras de combate à Covid-19, durante o mês de janeiro, gerou duas punições às empresas do transporte coletivo em Joinville, no Norte de Santa Catarina.

Joinville ônibusÔnibus devem circular com capacidade máxima de 50% – Foto: Carlos Junior/Arquivo/ND

Segundo a Vigilância Sanitária, unidade ligada à Secretaria de Saúde do município, 152 linhas de ônibus foram fiscalizadas por fiscais à paisana.

Um auto de infração, sem multa, foi realizado no terminal do Guanabara (administrado pela Gidion), pelo uso incorreto de máscara.

Na linha Norte/Centro (0041), sob responsabilidade da Transtusa, a fiscalização flagrou excesso de passageiros dentro do coletivo.

O decreto municipal prevê capacidade máxima de 50% do total. A multa foi equivalente a 20 UPMS (Unidade Padrão Municipal), cerca de R$ 6 mil.

Capacidade de 50% impede distanciamento

Gerente da Vigilância Sanitária, Isis de Almeida afirma que há muitas denúncias a partir de fotos tiradas do lado de fora do ônibus. “Isso causa uma falsa impressão de lotação acima da permitida”, afirma Isis.

Ela admite que, com 50% de capacidade, não é possível respeitar o distanciamento social recomendado pelas autoridades. Isis, por fim, ainda ressaltou que o Estado permite até 70% de lotação.

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