Sabrina Aguiar

sabrina.aguiar@ndtv.com.br Coluna sobre os assuntos de Joinville e região. A economia, segurança pública, política e todos outros fatos por quem vive e pensa sobre as cidades.


Defensoria Pública quer respostas para mofo no Hospital Regional de Joinville

Secretaria de Estado da Saúde tem prazo para responder, senão caso pode até parar na justiça

A repercussão do mofo em ala do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt foi parar na Defensoria Pública de Joinville. O documento enviado para a Secretaria de Estado da Saúde quer saber se o órgão sabia dessa situação, o motivo de chegar ao ponto que chegou e quando deverá resolver.

Secretaria de Estado da Saúde deve explicar se sabia do mofo nas paredes e no teto – Foto: Val Meurer/Arquivo pessoalSecretaria de Estado da Saúde deve explicar se sabia do mofo nas paredes e no teto – Foto: Val Meurer/Arquivo pessoal

O processo administrativo instaurado é do defensor Djoni Luiz Gilgen e direcionado ao Secretário André Motta Ribeiro. Até agora no início da tarde, a assessoria informou que não tinha recebido tal documento.

Ainda de acordo com o defensor, o ofício deve ser respondido em 15 dias e caso nada aconteça não está descartada uma recomendação administrativa e o caso parar na justiça para cobrar uma solução. Djoni Gilgen também informou que há possibilidade até de se ir a ala do Hospital Regional para ver de perto e registrar em fotos para embasar procedimentos futuros.

Defensor quer respostas para situação do mofo no Regional. – Foto: DivulgaçãoDefensor quer respostas para situação do mofo no Regional. – Foto: Divulgação

No ano passado, uma situação parecida envolveu o pedido para obrigatoriedade e a fiscalização do uso de máscaras. O ofício neste caso, foi enviado para secretaria municipal de saúde, mas com resposta e ações não foi necessário acionar judicialmente, segundo própria defensoria.

O caso do mofo flagrado em quarto e banheiro foi relatado por uma filha de paciente. As últimas informações são de que a mãe precisou ficar internada mais alguns dias porque pegou uma bactéria. Para a professora Val Meurer Silva que acompanhava a mãe Florentina Paulina Meurer não resta dúvida que essa infecção está ligada a situacão precária do mofo em que a mãe precisou passar. Ela chegou a ser transferida e está se recuperando.

Ofício apresenta vários questionamento para secretário da Saúde de SC. – Foto: DivulgaçãoOfício apresenta vários questionamento para secretário da Saúde de SC. – Foto: Divulgação

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