João Paulo Messer

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Distribuição de medicamentos para a Aids atrasam e comprometem a vida de pacientes em SC

A substituição da empresa responsável pelo armazenamento e distribuição dos medicamentos foi apontada pela Secretaria de Estado da Saúde como a causa para o atraso.

Vem dos profissionais responsáveis pela distribuição dos medicamentos o alerta de que pacientes com HIV estão correndo riscos ao interromperem os seus tratamentos. O uso de medicamentos está comprometido em virtude de uma manobra administrativa. Os medicamentos não estão chegando. A causa, segundo a Secretaria de Estado da Saúde é substituição da empresa responsável pela distribuição.

Em Criciúma um grupo de voluntários tem forte trabalho de amparo aos pacientes com Aids. – Foto: Fot Divulgação GAPAC/CriciúmaEm Criciúma um grupo de voluntários tem forte trabalho de amparo aos pacientes com Aids. – Foto: Fot Divulgação GAPAC/Criciúma

Preocupados com o fato de que não têm mais justificativas para dar aos pacientes, funcionários responsáveis pela distribuição destes medicamentos, na última ponta, que procuraram a imprensa.

Criciúma é uma das cidades catarinenses com os maiores índices de pacientes com Aids, por isso uma das mais atingidas. Segundo dados do GAPC (Grupo de Apoio e Prevenção a Aids de Criciúma, a cidade é a quarta em Santa Catarina no índice de maior incidência de HIV/AIDS. O município fica atrás de Balneário Camboriú, Itajaí e Florianópolis. Santa Catarina é o segundo estado com os maiores índices de HIV/AIDS, em primeiro está o Rio Grande do Sul e terceiro Amazonas.

Em Criciúma, para cada 100 mil criciumenses, 60 estão infectados. A cidade contabiliza aproximadamente 2.500 casos, desses, 600 são de pessoas de moram em cidades vizinhas. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde.

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