Cacau Menezes

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo


Durante a pandemia, foram rotulados de negacionistas aqueles que duvidaram dos números

Apareceu a verdade

Durante a pandemia, foram rotulados de negacionistas aqueles céticos que duvidaram dos números da Covid-19, não da sua gravidade. O site Transparência/Registro Civil, evidenciou no ano passado a súbita diminuição de registros de mortes por doenças respiratórias, cardiovasculares, câncer, etc. Os números derrubam qualquer narrativa catastrófica. A transmissão foi rápida, se monitorar o vírus Influenza neste próximo inverno, novos lockdowns serão decretados em nome da saúde e ciência. Em boa parte dos municípios catarinenses famílias continuam contestando atestados de óbitos. Estamos num novo momento, o Instituto Paul Ehrlich – responsável pela vacinação na Alemanha – se apressou em declarar que investigou dez mortes após as vacinações. Em todos os casos, os mortos tinham entre 79 e 93 anos e sofriam de diabete, obesidade, pressão alta, entre tantas comorbidades, sem Covid, portanto. A mídia espanhola noticiou que nove pessoas morreram em um lar de idosos após terem recebido a primeira dose do imunizante da Pfizer. Todas elas tinham doenças preexistentes, nada a ver com a vacina. A Agência Norueguesa de Medicamentos investigou 33 óbitos em lares de idosos após a vacinação, mas nenhum decorrente dela, os residentes seriam pacientes muito frágeis ou doentes terminais. Pelo visto, as estatísticas epidemiológicas das comorbidades voltarão aos níveis pré-pandemia, evidenciando que só a vacina salvará 114,1 brasileiros(as) a cada 100 mil. Não esquecendo que todas as gigantes biofarmacêuticas dependem de insumos da China.