Entrevista: Gestão em saúde em tempos de pandemia

Com 15 anos de experiência no mercado de saúde suplementar, Dra. Carla Biagioni fala sobre desafios e lições do setor neste cenário de pandemia

Dra. Carla Biagioni Martins de Souza atua desde 2019 como Diretora Operacional da Qualirede – Foto: DivulgaçãoDra. Carla Biagioni Martins de Souza atua desde 2019 como Diretora Operacional da Qualirede – Foto: Divulgação

A gestão em saúde é essencial para pensar em soluções inovadoras que busquem otimizar processos na área da saúde, diminuir custos e aumentar a eficácia dos serviços. Em tempos de pandemia, o trabalho de gestão do setor passou e ainda está passando por momentos de mudanças e readaptação.

A médica Carla Biagioni Martins de Souza, com 15 anos de experiência no mercado de saúde suplementar, e que atua desde 2019 como Diretora Operacional da Qualirede, empresa especialista e gestão em saúde, fala sobre os desafios e lições na área da saúde neste cenário de pandemia, para que fosse possível avaliar as necessidades da instituição e ao mesmo tempo garantir o conforto e a segurança dos pacientes.

Carla já trabalhou em grandes operadoras, como Unimed Rio, Golden Cross e Caberj, e possui o olhar voltado ao custo assistencial e qualidade da saúde entregue aos beneficiários, associada à medicina de alta qualidade, para evitar desperdícios na saúde e tornar o sistema sustentável.

ENTREVISTA


Como você identifica o papel da Qualirede, reconhecida pela qualidade de gestão em saúde, diante de um dos maiores desafios no setor da saúde dos últimos tempos?

A Qualirede imprime um modelo diferenciado na forma de fazer gestão em saúde, em que de fato o que importa é o produto final, ou seja, a qualidade do atendimento para o paciente, equilíbrio dos custos, pois o desperdício não deve acontecer, e a proximidade com os principais players deste sistema, facilitando a interlocução e transparência para todos.

Quais são os maiores desafios em gerenciar planos de saúde em meio à pandemia?

Aprendemos e estamos nos adaptando ao distanciamento verdadeiro, a entender os novos custos e a forma de se comunicar. O advento de novas modalidades para diagnóstico, os novos fluxos de atendimento e a real necessidade do cliente.

É possível aprimorar o atendimento em saúde ainda que diante de um cenário difícil e caótico?

Os cenários mais caóticos possibilitam a criatividade e necessidade de adaptação, portanto é possível aprimorar e cuidar cada vez mais.

Estamos vivendo um período de mudanças no setor da saúde. Como é possível avaliar com clareza as necessidades das entidades públicas?

Somente fazendo parte do setor de saúde e entendendo como ele foi desenvolvido no Brasil, e todo o seu histórico, para que seja possível trazer para a realidade atual e diagnosticar os pontos mais frágeis, com o cuidado de respeitar as entidades públicas e o seu tempo para adequação.

Na sua opinião, qual é o papel da gestão na hora de escolher um profissional de saúde que compartilhe os mesmos princípios da empresa?

Saber identificar naquele profissional o comprometimento com a sua atividade e a responsabilidade que ele terá em uma cadeia de ações, sempre se colocando no lugar do outro e entendendo como poderá contribuir para agregar.

Empatia, esta é a palavra.

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