Governo anuncia medidas com o objetivo de melhorar a saúde pública de Santa Catarina

Elas são resultado do Plano de Gestão da Saúde, desenvolvido em parceria com uma consultoria internacional

Na manhã desta quarta-feira, o Governador Raimundo Colombo anunciou na ACM (Associação Catarinense de Medicina), em Florianópolis, três medidas provisórias que preveem melhorias e o controle da produtividade dos hospitais públicos e filantrópicos de Santa Catarina.

James Tavares/Secom/ND

James Tavares/Secom/ND

Evento reuniu secretários do Governo do Estado e dirigentes das principais entidades médicas do Estado

A primeira medida provisória cria programas como o Pró-Atividade, que vai instituir mecanismos de produtividade dos médicos no Estado, o Programa Pró-Gestão, que prevê a profissionalização da gestão dos hospitais públicos estaduais, e ainda o Programa Pró-Mutirão, que trará a institucionalização de mutirões permanentes e a agilidade nas compras efetuadas pela Secretaria de Estado da Saúde.  

A segunda medida provisória destinará até trinta centavos mensais, por habitante, para que os municípios catarinenses ampliem a realização de consultas e exames de média complexidade. A terceira MP cria oito centrais reguladoras regionais para organizar as internações hospitalares, consultas e exames dos catarinenses usuários do SUS.

Estas medidas são resultados práticos do Plano de Gestão da Saúde, criados através de uma força-tarefa conduzida desde maio pelas Secretarias da Saúde, Fazenda e Administração com participação da consultoria Internacional Roland Berger buscando melhores condições de trabalho e de atendimento da população nos hospitais do Estado.

Para o presidente da ACM, Aguinel Bastian Junior, a iniciativa vai transformar para melhor a saúde púbica do Estado: “Não acredito em nada que não tenha meritocracia como estrutura. O que vemos hoje é o desenho de um projeto de Estado, não de Governo, e nós, médicos, estamos visceralmente envolvidos nessa causa”, disse.

Segundo Colombo, o objetivo da criação destas medidas é aumentar significativamente o número de consultas, exames e cirurgias realizados no Estado e diminuir as filas de espera. Participaram do anúncio os secretários de Estado da Saúde, Tânia Eberhardt; da Fazenda, Antonio Gavazzoni; e da Administração, Derly Massaud, além dos dirigentes das principais entidades médicas do Estado. 

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