Insumos para produção de 8,6 milhões de doses da CoronaVac chegam ao Butantan na quarta

Informação foi confirmada pelo Governo de São Paulo, insumos estariam em um aeroporto de Pequim, na China

O governo de São Paulo divulgou na manhã deste domingo (31), que até a próxima quarta-feira (3), o Butantan deve receber insumos suficientes para a produção de 8,6 milhões de doses da vacina CoronaVac, imunizante contra a Covid-19.

A carga com 5,4 mil litros de insumos farmacêuticos ativos (IFAs) estaria em um aeroporto de Pequim, na China, aguardando a autorização para a decolagem do avião. O período estimado  para o processamento da matéria-prima e a entrega das doses prontas para a aplicação é de 15 a 20 dias.

Vacinas devem ficar prontas entre 15 a 20 dias – Foto: Divulgação/Instituto ButantanVacinas devem ficar prontas entre 15 a 20 dias – Foto: Divulgação/Instituto Butantan

Das 8,6 milhões de doses, cerca de 410 mil permanecerão em São Paulo, que já tem mais de 380 mil pessoas vacinadas até a manhã deste domingo. Santa Catarina, por sua vez, já vacinou mais de 48 mil pessoas contra a Covid-19.

O Butantan já produziu para o ministério da Saúde 8,7 milhões de doses da vacina para o programa de imunização que é conduzido em todo o país.  Na última sexta-feira (29), o ministério confirmou a compra de mais 54 milhões de doses de CoronaVac, além das 46 milhões que já estavam contratadas e que serão produzidas pelo Butantan.

Desta forma, o instituto deve entregar 100 milhões de doses do imunizante produzido em parceria com o laboratório chinês Sinovac. O cronograma das próximas entregas deve ser detalhado na quarta-feira.

De acordo com a Agência Brasil, o ministério da Saúde garantiu a compra de um total de 354 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 que devem ser recebidas ainda neste ano. Dessas, 254 milhões serão produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca.

O Governo Federal também tem feito negociações com os laboratórios Gamaleya, da Rússia, Janssen, Pfizer e Moderna, dos Estados Unidos, e Barat Biotech, da Índia.

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