Joinville deve proibir eventos em novo decreto nesta terça-feira

Restrições entram em vigor na quarta-feira (2) e devem ter duração de 14 dias

Com mais de 29 mil casos de coronavírus confirmados desde o início da pandemia e uma aceleração no número de confirmações nas últimas semanas, Joinville, no Norte de Santa Catarina, se prepara para endurecer as medidas de restrição. Entre as principais mudanças que devem ser apresentadas no decreto que será publicado nesta terça-feira (1º), está a proibição de eventos na cidade.

Eventos devem ser proibidos em novo decreto nesta terça-feira (1°) – Foto: Raquel SchwarzEventos devem ser proibidos em novo decreto nesta terça-feira (1°) – Foto: Raquel Schwarz

Liberados desde meados de outubro seguindo normativas estabelecidas, os eventos voltam a ser proibidos na cidade uma semana após a atualização da matriz de risco indicar, novamente, o nível gravíssimo em Joinville e região. Além dessa proibição, outras devem voltar a ocorrer e, desta vez, por mais tempo.

Ao contrário de todos os decretos publicados nesses nove meses de pandemia, o atual deverá prorrogar as restrições por 14 dias e não sete, como vinha ocorrendo durante todo o ano. O endurecimento das medidas tem o objetivo de frear a transmissibilidade, evitando aglomerações.

A redução para 30% no limite máximo de lotação nos estabelecimentos comerciais deve ser mantida, assim como os 50% de ocupação nos ônibus. Este será o penúltimo decreto assinado por Udo Döhler. O próximo será divulgado no dia 15 de dezembro e, depois disso, quem toma as decisões é o prefeito eleito Adriano Silva.

O boletim diário confirmou que, desde março, Joinville confirmou 29.016 casos de coronavírus e 384 pessoas morreram nestes nove meses. Nesta segunda-feira (30), a cidade tem 3.536 casos ativos da doença. Destes, 61 estão internados em UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Depois de atingir 94% de lotação nos leitos destinados ao tratamento da Covid-19, Joinville voltou para a casa dos 80%. Com 12 leitos disponíveis, a taxa de ocupação é de 87%.

Comunicado Hospital Dona HelenaDevido ao avanço no número de casos e ao aumento nas internações, hospitais começam a suspender procedimentos médicos eletivos.

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