Mais de mil servidores da educação estão afastados por sintomas de Covid-19 em SC

De acordo com a Secretaria de Educação, 126 profissionais testaram positivo para a doença; outros 1.034 foram afastados preventivamente por sintomas gripais e trabalham de casa

A SED (Secretaria de Estado da Educação) revelou o número de servidores afastados por confirmação ou suspeita de Covid-19 em Santa Catarina. No total, são 1.160 profissionais retirados do serviço presencial.

De acordo com a pasta, os dados foram levantados até o dia 16 de março. A minoria desse número é de casos positivos da doença, sendo apenas 126 confirmados. O restante foi afastado preventivamente por apresentar sintomas de gripe.

Santa Catarina tem mais de mil servidores afastados – Foto: Moisés Stuker/NDTVSanta Catarina tem mais de mil servidores afastados – Foto: Moisés Stuker/NDTV

O número de 126 servidores com confirmação da Covid-19 no momento corresponde a 0,36% da rede estadual, informou a SED.

Os outros 1.034, 2,9% da rede, foram afastados por terem apresentado algum sintoma da gripe. “Eles não estão necessariamente com a doença, tanto que continuam trabalhando temporariamente de forma remota”, explicou a assessoria da pasta.

A opção de retirar os profissionais do serviço presencial foi para evitar qualquer risco de contaminação nas escolas. “Por isso, é um afastamento preventivo e o número é bem maior do que as confirmações”, conclui a nota da secretaria.

Retorno das aulas presenciais na justiça

No início da tarde desta quinta-feira (18), a justiça determinou o retorno imediato das aulas presenciais das escolas em Florianópolis.

Na rede municipal de ensino, onde as aulas presenciais ainda não haviam sido retomadas, a decisão dá o prazo de 48 horas para que isso aconteça, sob pena de adoção de medidas coercitivas cabíveis.

Nesta sexta (19), duas novas decisões do TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) garantem o funcionamento das escolas públicas e privadas da Grande Florianópolis.

O desembargador Norival Acácio Engel acolheu recursos dos promotores de justiça de Antônio Carlos e Governador Celso Ramos, nos termos daquele concedido para Biguaçu.

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