Mapa de risco em SC: Veja as regiões que pioraram e melhoraram

Novo mapa de risco divulgado neste sábado, dia 27, mostrou 12 regiões em risco potencial moderado e 5 regiões em risco alto

Novo mapa de risco que foi divulgado neste sábado, dia 27, em Santa Catarina mostrou 12 regiões em risco potencial moderado (azul) e 5 regiões com risco alto (amarelo). Em relação ao último levantamento (20/11), aumentou uma região no risco alto.

COMPARE COM O MAPA DA SEMANA PASSADA

No entanto, esta é a oitava semana consecutiva que nenhuma região do Estado foi classificada nos níveis de risco Grave (laranja) ou Gravíssimo (vermelho).  A última vez que a Matriz classificou uma região no nível Grave foi no dia 1 de outubro, e no nível Gravíssimo no dia 11 de setembro.

Para o governo do Estado, isso se deve ao avanço na vacinação aliado à menor taxa de ocupação de leitos de UTI Adulto com pacientes diagnosticados com Covid-19. Há uma tendência de redução da gravidade da pandemia em todas as Regiões do Estado, sublinhou o governo.

Houve melhora nos indicadores das regiões Carbonífera, a partir da redução no número de óbitos aliada a uma baixa ocupação de leitos de UTI Adulto com pacientes Covid-19, e na região de Xanxerê, a partir da redução no número de óbitos aliada a redução da taxa de hospitalizações (casos graves) de Covid-19, resultando na melhora na dimensão gravidade.

Com isso, estas regiões, que na semana anterior estavam classificadas como nível alto (amarelo), passaram a ser classificadas como nível moderado (azul), se juntando as regiões do Alto Uruguai Catarinense, Alto Vale do Rio do Peixe, Extremo Oeste, Foz do Rio Itajaí, Laguna, Médio Vale do Itajaí, Meio Oeste, Planalto Norte, Serra Catarinense e Vale do Itapocu, que se mantiveram no nível moderado.

Onde piorou

Por outro lado, houve uma piora nos indicadores das regiões do Alto Vale do Itajaí, com a elevação no número de óbitos e detecção de casos novos; na região da Grande Florianópolis, a partir da elevação da taxa de infectividade (casos ativos), detecção de casos novos e ocupação de leitos de UTI Adulto; e na região Oeste, com a elevação na detecção de casos novos e ocupação de leitos de UTI Adulto.

Com isso, estas regiões, que na semana anterior estavam classificadas como nível moderado (azul), passaram a ser classificadas como nível alto (amarelo), juntamente com as regiões Extremo Sul e Nordeste, que permaneceram no nível alto.

Leito de UTI Covid no Hospital Marieta, em ItajaíLeito de UTI Covid no Hospital Marieta, em Itajaí – Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Divulgação/ND

Ocupação de leitos

A taxa de ocupação de leitos de UTI Adulto de pacientes com diagnóstico de Covid-19 em Santa Catarina é de 21% no total, com uma ocupação de 298 leitos num total de 1.446 disponíveis, o que classifica a capacidade de atenção do Estado como nível alto.

Em relação às regiões, somente as regiões Nordeste, onde está a cidade polo de Joinville,  e Oeste estão com uma ocupação acima de 40%, com 101 leitos ocupados dos 189 leitos disponíveis (53%) na região Nordeste e 21 leitos ocupados dos 52 disponíveis (40%) na região Oeste, sendo classificados como nível de risco grave.

As regiões Grande Florianópolis, Extremo Oeste, Xanxerê e Laguna estão com taxas de ocupação de leitos de UTI Adulto com pacientes diagnosticados com Covid-19 entre 20 a 40%, sendo classificados como risco alto, e as demais estão todas abaixo de 20%, sendo classificados no nível de risco moderado.

A análise deste indicador torna possível uma melhor gestão da ocupação de leitos de UTI no Estado, servindo tanto para monitorar a situação de gravidade da pandemia no estado de forma regionalizada, quanto servindo de parâmetro para a retomada das cirurgias eletivas que foram paralisadas durante o período mais crítico da pandemia.

Abaixo, a distribuição de leitos de UTI Adulto ocupados com pacientes diagnosticados com Covid-19 por quantidade de leitos disponíveis e taxa de ocupação segundo Regiões de Saúde.

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Saúde

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