Ministério da Saúde pede que Estados e municípios sigam Plano Nacional de Imunização

A pasta reconheceu a autonomia dos Estados na distribuição das vacinas, mas pediu o cumprimento das diretrizes para eficácia de vacinação

O Ministério da Saúde pediu para que os Estados e municípios sigam as orientações do Plano Nacional de Imunização (PNI) durante a campanha de vacinação contra a Covid-19.

Em nota, a pasta reconheceu a autonomia dos Estados na distribuição das vacinas, mas afirmou que o cumprimento das diretrizes é necessário para garantir uma imunização eficaz no país.

Os primeiros a receber vacina, de acordo com o PNI, são os profissionais de saúde – Foto: Arquivo/Marcos Porto/PMF de ItajaíOs primeiros a receber vacina, de acordo com o PNI, são os profissionais de saúde – Foto: Arquivo/Marcos Porto/PMF de Itajaí

O plano prevê ciclos de imunização de acordo com grupos prioritários definidos em estudos populacionais. No primeiro momento, receberão a vacina os profissionais de saúde, idosos acima de 60 anos que vivem em asilos, portadores de deficiência com mais de 18 anos institucionalizados e indígenas aldeados.

Em ofício enviado ao Conass (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde) e ao Conasem (Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde), a pasta afirmou que é imprescindível que todas as unidades de saúde cumpram as diretrizes para que o país tenha doses suficientes para imunizar, com duas doses, todos os que estão previstos neste primeiro ciclo da campanha.

O país conta, neste momento, com seis milhões de doses da Coronavac, disponibilizadas pelo Instituto Butantan. Os imunizantes foram distribuídos pelo governo federal aos Estados de forma proporcional.

De acordo com o ministério, esse quantitativo atenderá, com duas doses, aproximadamente 2,8 milhões de pessoas, com meta de vacinação de 90% para cada grupo prioritário em todo o país.

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