Novas flexibilizações em Joinville dependem de mudança do status de risco

Uma das novidades, que podem ser anunciadas na próxima semana, é nova flexibilização no horário de atendimento dos estabelecimentos, mas para isso Joinville precisa melhorar alguns indicadores

Mais uma semana a região de Joinville foi classificada como de risco gravíssimo, de acordo com a matriz do Governo do Estado. O status se mantém inalterado desde o final de julho. Com isso, restrições em vigor hoje mantidas pela Prefeitura devem continuar ao menos até a próxima semana.

Com 597.658 habitantes, Joinville é o município catarinense com a maior população – Foto: Fapesc/Divulgação/ND

Em entrevista à NDTV nesta quarta-feira (9), o secretário de Saúde, Jean Rodrigues, afirmou que o município já estuda novas flexibilizações. Porém, isso só será possível se a cidade sair do estado gravíssimo para Covid-19.

No entanto, para isso, ele afirma que alguns indicadores precisam ser melhorados para que a matriz seja revista.

“Tem alguns indicadores que a gente ainda precisa trabalhar, entre eles a ampliação de leitos. Nesta conta, entra o Hospital Regional. Precisamos colocar para funcionar os 20 leitos para ajudar nesse processo. Outra coisa também é o comportamento da população”, explica.

Segundo ele, a forma com que a população se comporta é fundamental para evitar que os números voltem a subir na cidade e para que medidas já anunciadas não sejam revistas.

“Se a transmissibilidade aumentar, há o perigo sim de [a secretaria] até retroceder nas medidas”, explica.

Flexibilização no horário de atendimento dos estabelecimentos

Uma das novidades, que podem ser anunciadas na próxima semana, é uma nova flexibilização no horário de atendimento dos estabelecimentos. A intenção é de que, com isso, a cidade evite aglomerações.

Porém, Jean reforça que isso só será possível se houver a conscientização das pessoas.

“Ainda precisa do entendimento da sociedade dessas medidas de que não é um afrouxamento, não é liberação. É só espaçar mais esses horários para que a pessoa realize as necessidades. Evitar a aglomeração é essencial”, finaliza.

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