Moacir Pereira

Notícias, comentários e análises sobre política, economia, arte e cultura de Santa Catarina com o melhor comentarista politico de Santa Catarina. Fundador do Curso de Jornalismo da UFSC. Integrante da Academia Catarinense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, é autor de 53 livros publicados.


Pandemia: o tratamento rejeitado

Sistema de combate a Covid-19 em Chapecó vira tema nacional.

A visita que o presidente Bolsonaro realizou ao oeste de Santa Catarina deu a mais ampla projeção nacional para Chapecó e a região oeste. A transmissão do ato no teatro do Centro de Eventos Plinio de Nes colocou numa gigantesca vitrina no país o sistema de combate a Covid-19 em Chapecó.  Liderado pelo prefeito João Rodrigues, com elogiável agilidade e competência de sua equipe, mas uma exemplar mobilização de todas as forças politicas, econômicas e sociais regionais.

Os números e os fatos dizem tudo e desmoralizam os negacionistas que apostam só no lockdown e condenam o tratamento inicial, prática comum em todos os seres humanos e para qualquer doença.

Em menos de 30 dias o número de contaminados caiu de 5.555 para apenas 390, queda de 93%, de acordo com exposição exibida no telão do Centreventos apresentada as autoridades e cerca de 200 pessoas.

Há um mês,  o Centreventos era um “pandemônio”, tal o número de doentes com o coronavirus, desesperados em busca de assistência.  E hoje não há mais pacientes nos leitos de UTI e nos 75 leitos das 2 Clinicas, todos instalados em tempo recorde pelo esforço de Chapecó.

O oeste provou que é possível compatibilizar pandemia-economia, preservando vidas e garantindo os empregos para evitar fome e miséria.

Se o tratamento imediato  deu certo em apenas um mês, poupando preciosas vidas humanas, com prescrições de médicos com autonomia, que interesses são esses que rejeitam este direito a cidadania.

Os ricos e a classe média adotam o tratamento inicial. Por que negá-lo justamente aos mais pobres?

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