Perfil da Grande Florianópolis: acesse o mapa interativo que apresenta detalhes da região

Confira os principais detalhes sobre cada um dos 22 municípios que compõem a Grande Florianópolis

Durante todo o ano, o jornal Notícias do Dia abordará temas relacionados ao cotidiano da Grande Florianópolis que serão discutidos em cadernos especiais lançados a cada mês. No fim de semana do aniversário de 10 anos do ND (12 e 13 de março), o tema foi a região metropolitana da Grande Florianópolis. Para contextualizar a situação atual dos 22 municípios que compõem a região, o ND preparou um perfil completo e interativo com detalhes sobre educação, saúde, transporte, renda per capita, entre outros detalhes sobre uma das regiões mais importantes no cenário econômico e social de Santa Catarina.

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Santa Catarina foi um dos estados pioneiros na criação de novos espaços metropolitanos, a partir da Constituição Federal
de 1988. As primeiras regiões metropolitanas – Florianópolis, Vale do Itajaí, Norte/Nordeste – foram criadas por meio de Leis Complementares à Constituição do Estado em 1994 e em 1997. Porém, sem obedecer a critérios técnicos – como o de reunir em uma metrópole ao menos 1 milhão de habitantes – o Estado sofreu críticas e acabou extinguindo as leis em 2007.

No entanto, três anos depois, recriou as regiões metropolitanas e em duas leis, em 2011 e 2014, dividiu o Estado em 11 metrópoles. O vaivém legislativo e a falta de critérios e de estrutura das regiões constituídas expõem ao próprio governo uma dúvida: como fazer com que os espaços metropolitanos promovam o desenvolvimento regional e não sejam apenas artigos traçados em uma folha de papel? Quem responde é o superintendente da Suderf (Superintendência de Desenvolvimento
da Região Metropolitana da Grande Florianópolis), Cássio Taniguchi, à frente do primeiro órgão estruturado pelo
Estado para debater e promover ações integradas em nove municípios.

Com uma equipe de sete pessoas, Taniguchi assumiu a superintendência, submetida à Secretaria Estadual de Planejamento, absorveu a função da extinta SDR da Grande Florianópolis e tem o desafio de fazer funcionar a RMF (Região Metropolitana de Florianópolis), constituída no dia 9 de setembro de 2014 pelas principais cidades que cercam a Capital: São José, Palhoça, Biguaçu, Governador Celso Ramos, Santo Amaro da Imperatriz, São Pedro de Alcântara, Antônio Carlos e Águas Mornas.

“O maior desafio é no campo político. Convencer os prefeitos da região de que eles precisam abrir mão daquilo que é de interesse comum. É preciso pensar no todo, no coletivo, de forma integrada e convergente”, afirma Taniguchi. A fala do superintendente se refere ao fato de que os prefeitos precisam assinar um convênio interfederativo com a Suderf para que serviços como transporte intermunicipal, saneamento básico e mobilidade urbana passem a ser gerenciados pela Região Metropolitana.

“Eles delegarão funções à Suderf, abrirão mão de algumas competências”, destaca. É exatamente esta gestão integrada que diferencia uma região constituída de uma estruturada. Para Taniguchi, o Estado precisa repensar os demais espaços metropolitanos, e para que de fato funcionem, enquadrá-los ao Estatuto da Metrópole sancionado em janeiro do ano passado, delimitar melhor as regiões e montar estruturas capazes de gerenciar ações integradas.

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