Cacau Menezes

cacau.menezes@ndtv.com.br Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo


‘Prefiro estar empiricamente vivo do que academicamente morto’ ( Dr. Zelenko)

Não se morre na´ véspera

“Girassol de Julia” que é resultado de um romance de verão – Foto: Pixabay/ND“Girassol de Julia” que é resultado de um romance de verão – Foto: Pixabay/ND

Agora é o pessoal da direita que tá querendo que não tenha carnaval porque acha que quem quer a festa é o mesmo pessoal (e empresas) que defenderam o lockdown e criticavam o presidente Bolsonaro pela flexibilização. E tem aqueles que preferem continuar em casa. Gente, o Brasil está sob controle. Ninguém pode morrer na  véspera.  Quem está com problemas  na Europa são os países que fecharam o ano todo e quando abriram, a vacinação estava   aquém do esperado,  seguindo uma  tradição europeia de não vacinar.

Estamos começando um Verão, fizemos o que tinha que ser feito, nossos números são espetaculares e temos sim o direito de viver sem medo.  Se vier, já sabemos o que fazer. Mas o que queremos agora é comemorar nosso êxito, nossa sorte, nossa volta por cima. E que venha o Verão, os turistas e suas festas.  Estamos vivos, imunizados com a Covid e com as vacinas avançando.

Sintomas leves com ênfase para a dor de garganta e astenia parecem ser a tendência da variante ômicron, que estão usando novamente para parar o mundo. Os sintomas são iguais  para vacinados e não vacinados, segundo a doutora sul-africana Angelique Costzee. Não houve internações nestes casos iniciais.

Acompanhemos com calma e cuidados, diz de Montreal, no Canadá, o oncologista Luiz Alberto Silveira,  de Floripa.

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