Profissionais da saúde são orientados dos sintomas da vacina

Apesar de nenhuma das vacinas liberadas apresentarem casos de evento adverso grave, a preocupação se mantém com os idosos

Os profissionais de saúde de todo o estado participaram, nesta segunda-feira (19), de um treinamento, por meio de videoconferência, para orientações em casos de eventuais sintomas adversos causados pela vacina. As doses chegaram na manhã de segunda-feira, por volta das 11h27, em Santa Catarina.

Os sintomas leves, como dor no local da aplicação, não precisam ser notificados – Foto: Arquivo/Maurício Vieira/SecomOs sintomas leves, como dor no local da aplicação, não precisam ser notificados – Foto: Arquivo/Maurício Vieira/Secom

Apesar de nenhuma das vacinas liberadas terem apresentado casos de evento adverso grave, a preocupação se mantém com os idosos, grupo com porcentagem mais baixa de pessoas nas fases de testes.

A vacina agora, apesar de aprovada, segue para a quarta fase, em que é analisado no pós-comercialização, o que ocorre com a vacinação em grande escala de pessoas.

“As vacinas licenciadas foram desenvolvidas até a fase III, que é a fase pós-autorização.  A fase IV acontece neste momento e por isso precisamos ficar atentos sobre os possíveis eventos adversos. Para isso, o Estado colocará todo seu aparato com serviços e hospitais de referência”, comentou a médica infectologista do Centro de Referência para Imunobiológicos da SES, Sonia Farias.

Segundo ela foi criado um conselho consultivo pelo Governo do Estado, que vai analisar os casos notificados em Santa Catarina.

Os eventos leves, como dor no local da aplicação, não precisam ser notificados. As pessoas que pegarem Covid-19, só poderão ser vacinadas um mês após o diagnóstico, quando estiverem assintomáticos.  A vacina não deve ser aplicada em gestantes e lactantes, e menores de 18 anos.

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