‘Repugnante’: ministério da Agricultura investiga carne estragada em presídio de Itajaí

Carne que seria servida a funcionários e detentas, foi denunciada por nutricionista do DEAP

A Polícia Civil e o ministério da Agricultura investigam uma denúncia feita pela Vigilância Sanitária de Itajaí sobre o fornecimento de carne estragada ao presídio feminino da cidade. Na denúncia, os alimentos são descritos como com “aspecto repugnante”.

A vigilância foi acionada pela nutricionista do DEAP (Departamento de Administração Prisional), que ao notar o aspecto da carne, substituiu o alimento por omelete.

De acordo com a nutricionista, o alimento apresentava cheiro forte, cor escura e partes com textura estranha.

“Fomos no local e interditamos o freezer por medida cautelar, que continha as carnes que apresentavam aspecto repugnante. As carnes tinham registro no Serviço de Inspeção Federal”, explica a nota da vigilância.

Carnes estavam escuras, cheiro forte e textura estranha, de acordo com nutricionista – Foto: Vigilância Sanitária ItajaíCarnes estavam escuras, cheiro forte e textura estranha, de acordo com nutricionista – Foto: Vigilância Sanitária Itajaí

A denúncia foi formalizada no dia 11 de março, como procedimento padrão. O órgão fiscalizador, neste caso o ministério da Agricultura, foi informado para fazer a coleta para analise e a vigilância aguarda o retorno.

No dia seguinte, o alimento foi substituído pela empresa responsável. Ainda de acordo com a denúncia, os lacres do freezer estavam rompidos e haviam indícios de manipulação.

Nutricionista do DEAP denunciou o estado da carne - Vigilância Sanitária de Itajaí
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Nutricionista do DEAP denunciou o estado da carne - Vigilância Sanitária de Itajaí
Denuncia aponta manipulação nos lacres da carne, servida no presídio feminino de Itajaí - Vigilância Sanitária de Itajaí
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Denuncia aponta manipulação nos lacres da carne, servida no presídio feminino de Itajaí - Vigilância Sanitária de Itajaí
De acordo com a denúncia, lacres estavam rompidos e apresentavam sinais de adulteração - Vigilância Sanitária de Itajaí
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De acordo com a denúncia, lacres estavam rompidos e apresentavam sinais de adulteração - Vigilância Sanitária de Itajaí
- carne-estragada-7
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Nutricionista percebeu o aspecto da carne no momento do preparo e substituiu o alimento por ovo - Vigilância Sanitária de Itajaí
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Nutricionista percebeu o aspecto da carne no momento do preparo e substituiu o alimento por ovo - Vigilância Sanitária de Itajaí
Para a nutricionista, carne apresentava cheiro forte, cor escura e textura estranha - Vigilância Sanitária de Itajaí
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Para a nutricionista, carne apresentava cheiro forte, cor escura e textura estranha - Vigilância Sanitária de Itajaí
Polícia Civil investiga se houve infração administrativa no fornecimento da carne ao presídio de Itajaí - Vigilância Sanitária de Itajaí
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Polícia Civil investiga se houve infração administrativa no fornecimento da carne ao presídio de Itajaí - Vigilância Sanitária de Itajaí
Vigilância Sanitária de Itajaí aguarda resposta da análise feita pelo ministério da Agricultura - Vigilância Sanitária de Itajaí
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Vigilância Sanitária de Itajaí aguarda resposta da análise feita pelo ministério da Agricultura - Vigilância Sanitária de Itajaí

O prazo do ministério da Agricultura vai até esta sexta-feira (30) e pode ser prorrogado. Ainda de acordo com a nota, da vigilância sanitária, “houve rompimento dos lacres por uma funcionária da empresa que agiu em conjunto com um fornecedor. Interditamos novamente o freezer.
O Ministério Público e a Polícia Civil foram informados através de ofício”.

A SAP (Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa) esclareceu, também por meio de nota, que aguarda o resultado do laudo para a amostra da carne bovina recolhida no dia 15 de março, pela Vigilância Sanitária Municipal de Itajaí, a fim de realizar os devidos encaminhamentos jurídicos que o caso requer.

A Polícia Civil investiga se houve infração administrativa e conduta criminosa. O ND+ ainda não teve retorno do delegado Fábio Osório, responsável pelo caso, sobre em que pé está o inquérito policial.

Até às 15h desta quinta-feira (29), a redação do ND+ não teve retorno da empresa responsável pelo fornecimento da carne, ao presídio feminino de Itajaí.

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