Marcos Cardoso

A sociedade da Grande Florianópolis, os eventos culturais e as tradições da região analisadas pelo experiente jornalista Marcos Cardoso.


Termômetro a laser na testa é o “novo pânico”

Foto: Facundo Arrizabalaga/EFE-EPA/Reprodução R7/Divulgação/ND

Há uma corrente (bem vigorosa em grupos de WhatsApp) que defende a aferição da temperatura corporal no pulso, e não na testa, como já estamos acostumados, quando chegamos nos supermercados e shoppings.

Segundo quem crê, e até exige que seja no braço, o tal laser infravermelho do termômetro causa prejuízo à glândula pineal, que produz melatonina, reguladora do ciclo do sono, além do que o pulso é mais quente que a testa, portanto, mais preciso.

Uma matéria publicada recentemente no portal R7 explica que é tudo balela.

Dias atrás, pessoalmente, constatei o que havia visto apenas na TV: na entrada de um laboratório, o funcionário fez a medição no pulso. Disse-lhe que era a primeira vez que havia sido feita desta forma em mim.

Explicou que mudaram o procedimento, pois “o pessoal estava reclamando que causa câncer”. Ele estava de máscara, mas percebi o que achava do “novo pânico”.