Fabio Gadotti

Comportamento, políticas públicas, tendências e inovação. Uma coluna sobre fatos e personagens de Florianópolis e região.


Toque de recolher como alternativa ao lockdown em Santa Catarina

Associação Brasileira de Shopping Centers defende a medida que foi definida nesta terça-feira (23), em reunião entre prefeitos e governo do Estado

A Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) veio a público para manifestar apoio ao toque de recolher, definido nesta terça-feira (23) em reunião entre prefeituras e governo do Estado.

Setor de shopping centers garante que cumpre rígidos protocolos e que seus ambientes não são “contaminantes” – Foto: Talita Catie / NDSetor de shopping centers garante que cumpre rígidos protocolos e que seus ambientes não são “contaminantes” – Foto: Talita Catie / ND

O setor defende a medida, que ainda vai ser regulamentada em decreto pelo Executivo, como alternativa ao lockdown para combate à pandemia.

“Percebe-se que a contaminação está se dando à noite, em festas clandestinas e outras formas de aglomeração sem a observância das regras, bem longe dos shoppings e outras formas de comércio varejista e seus rígidos protocolos. Insistimos na tese de que o shopping não é um ambiente contaminante”, afirma Walther Biselli Jr., coordenador estadual da Abrasce em Santa Catarina.

“Estamos vivendo um momento de desrespeito e devemos utilizar o conceito do radar nas estradas, o radar está ali, verifica todo mundo, mas só penaliza quem infringe a lei. O toque de recolher deve seguir a mesma lógica e multar quem infringir as regulamentações, não apenas pesando no bolso de empresas, mas também de todas as pessoas que forem pegas descumprindo o toque de recolher, sem justificada necessidade”, destaca Biselli Jr.