Udesc recebe R$ 465 mil para pesquisa inovadora em saúde

Pesquisa sobre detecção não invasiva de glicose no sangue recebeu recursos de edital

A inovação em pesquisas é um das principais características da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina) e uma pesquisa que pode mudar a vida de quem precisa medir a glicose constantemente recebeu um incentivo de R$ 465 mil em Joinville, no Norte de Santa Catarina.

Udesc foi contemplada com R$ 465 mil para pesquisa – Foto: Assessoria de Comunicação/Udesc/Divulgação/NDUdesc foi contemplada com R$ 465 mil para pesquisa – Foto: Assessoria de Comunicação/Udesc/Divulgação/ND

Os pesquisadores estão cada vez mais perto de criar um dispositivo portátil para detecção não invasiva de glicose no sangue. O recurso, repassado pela Fapesc (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina) por meio do Edital de Cooperação Internacional em Ciência, Tecnologia e Inovação e Convênios Bilaterais, deve acelerar os estudos e o desenvolvimento.

A equipe desenvolve uma pulseira para detectar e monitorar a glicose sem necessidade de amostragens de sangue. O sensor eletrônico já tem resultados comprovados, tem baixo custo e ainda dá a possibilidade de monitoramento do nível glicêmico a qualquer pessoa.

Uma rede de sensores conectada a um smartphone será usado como veículo levando a informação do sensoriamento até uma nuvem de dados que fará o processamento dos sinais. O resultado do processamento por uma rede de inteligência artificial é repassado ao smartphone, indicando a taxa de glicose, batimento cardíaco, temperatura corpórea e taxa de oxigenação sanguínea do usuário por meio de um aplicativo amigável. O usuário poderá medir sua taxa de glicose no momento que desejar, inclusive durante o sono.

O projeto está na primeira fase, chamada de “pré-clínica” e a partir de 2022, 100 voluntários participam da coleta de dados, trabalho que deve durar dois anos.

Os estudos estão sendo realizados pelo grupo de pesquisa em Engenharia Biomédica da Udesc Joinville, liderado pelo professor Pedro Bertemes Filho, PhD em Física Médica. Fazem parte do grupo, pesquisadores brasileiros e italianos das áreas de Engenharia elétrica, Ciências Biológicas, Ciências Médicas e Computação.

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