Vacinação mais perto de quem tem comorbidades: confira a fila por doenças

Ministério da Saúde divulgou orientações para imunização contra a Covid-19 de 17 milhões de pessoas do próximo grupo prioritário

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (21) orientações para a vacinação contra o novo coronavírus de pessoas com comorbidades – que é o próximo grupo prioritário na fila estabelecida pelo PNI (Plano Nacional de Imunização).

O grupo que envolve em torno de 17 milhões de pessoas, deve começar a ser imunizado em maio.

Recomendação é que vacinação do grupo prioritário siga dos mais velhos para os mais novos – Foto: PixabayRecomendação é que vacinação do grupo prioritário siga dos mais velhos para os mais novos – Foto: Pixabay

A recomendação é que a convocação siga de acordo com idades, dos mais velhos para os mais novos. Desta forma, serão vacinadas pessoas de 55 a 59 anos, depois de 50 a 54 anos, e assim por diante.

“O grupo prioritário das comorbidades é um dos maiores na ordem estabelecida pelo PNI. Esse movimento será muito importante para proteger quem está nesse grupo de risco e, também, para a ampliação da vacinação no Brasil”, afirmou, em nota, o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros.

Grupo de comorbidades

Veja quais pacientes fazem parte do grupo de comorbidades do Ministério da Saúde:

  • Pacientes com diabetes mellitus;
  • pneumopatias crônicas graves (incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia bronco pulmonar e asma grave);
  • hipertensão arterial resistente (HAR) de estágio 3 ou de estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo;
  • insuficiência cardíaca;
  • cor pulmonale e hipertensão pulmonar;
  • cardiopatia hipertensiva e síndromes coronarianas;
  • Imunossuprimidos;
  • anemia falciforme;
  • obesidade mórbida;
  • síndrome de down;
  • cirrose hepática.

Para garantir lugar na fila é importante que quem faz parte do grupo prioritário esteja pré-cadastrado no SIPNI (Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações) ou em unidade de saúde do SUS.

Quem não estiver nesses dois sistemas poderá apresentar comprovante que demonstre pertencer a um grupo de risco, incluindo exames, receitas, relatório ou prescrição médica.

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