A pena de morte deveria ser uma punição para quem tira a paz dos lares

Bandido que invade casa de trabalhador agredindo família não deve ter o mínino de consideração. O Brasil deveria repensar a pena capital

Pena de morte
Assaltos à mão armada as residências continuam em menor escala, mas ainda preocupam. No começo da semana os bandidos voltaram a agir e fizeram uma família refém na Capital. Quem invade casa de trabalhador é bandido que não merece a mínima consideração porque quando eles não encontram o que querem roubam a paz e a tranquilidade no refúgio dos lares. Hoje ninguém mais guarda dinheiro embaixo do colchão. Ficar sob a mira de uma arma e assistindo os filhos e a mulher serem agredidas fisicamente e psicologicamente pelos covardes, em poder fazer nada, é cruel. A pena de morte deve ser uma punição cabível para estes criminosos que aterrorizaram o lar das pessoas honestas e trabalhadoras que não podem se defender porque a Lei do Desarmamento e a legislação brasileira, como um todo é muito generosa para os criminosos. O Brasil deve repensar a pena capital.

Inacreditável

É triste saber que funcionários públicos se aproveitam da função para praticar crimes. O envolvimento de um tesoureiro da agência dos Correios em Balneário Camboriú, certamente deixou a Polícia Federal perplexa. Ele desligou, propositadamente, o sistema de câmeras internas um dia antes do assalto. Além desta evidência, os federais apreenderam uma touca de inverno preta, cortada na região dos olhos, idêntica à usada no assalto, no guarda-volumes do tesoureiro na agência.

Canetada de aço
Por uma “merreca” desviada do dinheiro público, o secretário executivo da Câmara de Vereadores de São Miguel se complicou na justiça. Com o favorecimento da empresa eletrônica Freitas, ele superfaturou o preço de um microfone, passando de R$ 580 para R$ 1.395. O desembargador substituto do TJ, Leopoldo Augusto Brüggemann deu uma canetada: Enquadrou o servidor no crime de peculato, condenando-o a dois anos de reclusão.

Arrastão
A ilhoa Daniela foi uma das passageiras roubadas em São Paulo no interior de um ônibus que saiu de Florianópolis. Na altura da cidade paulista de Butantã, um suspeito saiu do banheiro com um gorro bala clava no rosto e uma pistola na mão. O assaltante obrigou uma jovem a colocar dentro da mochila que ele trazia, celulares, joias e todo o produto do furto. Ela deu queixa quando chegou na Capital, mas o motorista registrou o assalto na 51ª DP de Butantã.

Assalto
O microempresário Valdir que teve seu comércio invadido por dois homens armados de revólveres de onde levaram R$ 6 mil, acionou PMs do 7º BPM e reconheceu no álbum fotográfico eletrônico dos policiais um dos suspeitos, conhecido pelo apelido de “Boladão”. Como no local há câmeras de videomonitoramento, os PMs constataram as imagens nítidas dos dois suspeitos, identificando também o segundo ladrão: Alex. A dupla tem várias passagens por assalto na região de São José.

 Injúria
Vasco, funcionário de um hotel na Capital, não admitiu o fato de a proprietária do estabelecimento comercial ir “na onda” de uma hóspede que disse ter visto ele escondendo um pacote de um quilo de macarrão na mochila e está processando a patroa. Ao ser acusado de ladrão, ele largou o avental na cozinha e foi direto para a 1ª DP da Capital, onde registrou boletim de ocorrência por injúria, calúnia e difamação. Vasco disse que nunca furtou nada dos ambientes de trabalho por onde passou e ressaltou que dorme com a consciência tranquila.

Frase:
“O que vemos hoje é uma mistura de politicagem com incompetência. Policiais que deveriam estar nas ruas atuando de forma integrada para proteger a vida e o patrimônio das pessoas, brigam por picuinhas”, advogado Valdir Mendes, presidente da Associação dos Criminalistas de SC.