Após ser espancado, médico é internado em estado grave em Florianópolis

Claudio Santos Pacheco, 58 anos, teve o rosto desfigurado após ser agredido a pedradas por três homens nos fundos da UPA Sul

O médico pediatra Claudio Santos Pacheco, 58 anos, está internado em estado grave no setor de reanimação do Hospital Celso Ramos, no Centro da Capital.

Ele foi agredido por três homens nos fundos da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Sul no início da manhã de domingo, quando chegava para trabalhar no plantão. A Polícia Civil investiga o caso.

Claudio Pacheco está internado em estado grave. Foto: Reprodução FacebookClaudio Pacheco está internado em estado grave. Foto: Reprodução Facebook

A tentativa de homicídio teria acontecido por volta de 8h. Pacheco era considerado um funcionário pontual e colegas de plantão chegaram a estranhar a ausência do médico no início da manhã.

A rotina do início da manhã na UPA Sul foi quebrada quando um veículo Renault Duster, de cor escura, passou em alta velocidade pelo contorno da entrada do prédio da UPA e chamou atenção de quem estava na recepção da unidade.

Perseguição

Após contornar a entrada, o veículo seguiu em direção ao estacionamento de médicos e funcionários. A área está isolada do estacionamento dos visitantes por um tapume erguido para realização de obras de reforma e ampliação da UPA Sul, mas o portão estava aberto.

Os três homens teriam abordado o médico no estacionamento privativo e agredido ele na cabeça com uma lajota. Inconsciente, o médico foi arrastado para o outro lado do tapume e teve o corpo coberto por uma lona plástica.

O corpo coberto pela lona plástica teria sido avistado por uma mulher, que acionou a Polícia Militar. Pacheco foi socorrido, mas o rosto estava tão desfigurado pelas lesões que os colegas da UPA Sul só perceberam que se tratava do médico após os primeiros procedimentos de reanimação.

Diante da gravidade das lesões, o médico pediatra foi transferido para o Hospital Celso Ramos, onde também atuava, e até às 16h30min de domingo estava no setor de reanimação.

Em nota, a prefeitura de Florianópolis informou que Pacheco teria sido perseguido pelos agressores até chegar ao local de trabalho e que repassaria informações adicionais à Polícia Civil para não prejudicar as investigações.

O prefeito Gean Loureiro entrou em contato com comando geral da PMSC (Polícia Militar de Santa Catarina) e a delegacia geral de Polícia Civil, que estão acompanhando o caso. O delegado Ronaldo Moretto esteve na UPA Sul, acompanhado de investigadores, e também realizou diligências em outros locais.

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