Adeus à ‘rainha da sofrência’: veja detalhes do velório de Marília Mendonça

Marília Mendonça e mais quatro pessoas morreram, nesta sexta-feira (5), em um acidente aéreo

Cerca de 100 mil pessoas são esperadas para a despedida da “rainha da sofrência”, que morreu em um acidente aéreo no fim da tarde de sexta-feira (5), em Minas Gerais.

Velório de Marília Mendonça será aberto ao público – Foto: Internet/Divulgação/NDVelório de Marília Mendonça será aberto ao público – Foto: Internet/Divulgação/ND

Ainda na sexta-feira, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, confirmou que a despedida de Marília Mendonça vai acontecer no ginásio Goiânia Arena. Ele decretou três dias de luto oficial no Estado.

Os corpos da cantora e do tio da artista, Abicieli Silveira Dias Filho, serão velados juntos neste sábado (6). A despedida será aberta ao público entre 13h e 16h.

Segundo a assessoria de Marília Mendonça, o sepultamento dos corpos acontecerá no Cemitério Parque Memorial e contará com a presença apenas de familiares.

Fãs começaram a aparecer no ginásio no início da manhã deste sábado – Foto: Internet/Reprodução/NDFãs começaram a aparecer no ginásio no início da manhã deste sábado – Foto: Internet/Reprodução/ND

Os corpos dos dois foram liberados do IML (Instituto Médico Legal) de Caratinga na madrugada deste sábado.

O acidente

A morte da cantora sertaneja Marília Mendonça, de 26 anos, foi confirmada no final da tarde desta sexta-feira. A artista, de 26 anos, estava em um avião que caiu em uma cachoeira de Caratinga (MG).

Todos os cinco ocupantes morreram – Foto: Reprodução/NDTodos os cinco ocupantes morreram – Foto: Reprodução/ND

Todos os cinco ocupantes da aeronave morreram. Também estavam no avião o produtor Henrique Ribeiro, o tio e assessor Abicieli Silveira Dias – além do piloto do avião, Geraldo Martins de Medeiros e do co-piloto, Tarciso Pessoa Viana.

Investigação

A Polícia Civil de Minas Gerais convocou uma coletiva para “prestar esclarecimentos aos fãs e familiares” das questões técnicas acerca do acidente.

Conduzida pelo delegado Ivan Lopes Sales, da Delegacia Regional da Polícia Civil de Minas Gerais, a coletiva de imprensa reiterou algumas informações que já vinham circulando anteriormente, sobretudo, a provável colisão da aeronave com uma torre de energia.

“Não temos como assegurar isso mas, de fato, há destroços de uma antena que indicam a colisão da aeronave”, resumiu o delegado.

Além da dificuldade de acesso ao local, alguns elementos naturais – e outros nem tanto – impuseram obstáculos às equipes de resgate. O fato do avião ter caído em uma cachoeira, por exemplo, foi citado pelo delegado. Resquícios de óleo diesel e querosene de avião também geraram mais problemas para quem necessitava acessar o local.

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Bombeiros

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