Contraventores paranaenses pretendem abrir casas clandestinas na Capital

A informação corre solta nos corredores da polícia. Com a grande quantidade de caça-níqueis apreendidos, os paranaenses supririam a falta

Contravenção
A polícia está jogando duro contra a contravenção que ainda teima em abrir casas clandestinas de bingo eletrônico na Capital.  As denúncias  da jogatina chegam para os agentes por meio dos netos que não suportam mais ver o avô ou a avó perderem o salário nos “caça-níqueis”. Semana passada, em menos de 48 horas, a polícia fechou três casas nas regiões do continente e Ilha. Apesar de ser proibida em todo o país em 2002, a jogatina eletrônica avança na ilegalidade. Pelos corredores das delegacias ouve-se comentários de que contraventores paranaenses estariam interessados em se instalar em Florianópolis e conquistar as aposentadas que estão sem jogar por causa das apreensões das máquinas.  Enquanto este jogo de gato e rato corre solto, lobistas dos contraventores tentam aprovar os bingo eletrônico no Congresso Nacional com o discurso de que a jogatina vai dar emprego para muita gente.

Malícia na cabeça
Quatro jovens com muita malícia na cabeça foram detidos pela Polícia Rodoviária Federal, no KM 416 da BR-101, trecho de Araranguá, Sul do Estado.  No Ford Fiesta, dirigido por Patrícia, os patrulheiros apreenderam três armas: duas pistolas e um revólver; além de cocaína para consumo. A motorista, o namorado Daniel e os amigos Natalício e Kleverson foram autuados em flagrante na delegacia de Araranguá.

Mocotó
Mandou bem o tenente PM Rafael Vicente durante incursão no Morro do Mocotó, Capital, onde o alvo era drogas e armas.  Sob a coordenação do comandante do 4º BPM, o tenente-coronel Araújo Gomes, o oficial Vicente prendeu dez suspeitos envolvidos com o tráfico de drogas.  O flagrante foi no “Beco da Lixeira”, onde acontecia uma “feirinha de crack”. No local foi apreendido mais de R$ 5 mil, tabletes de maconha, cocaína, crack e uma balança para pesar a droga.

Flagrante
O dito popular,  “feio é não conseguir carregar o roubo”, cabe certinho para o desempregado Ênio. Ele foi flagrado pela PM  empurrando uma motocicleta Honda CG 150 FAN, preta, na rua Prefeito Paulo Bauer, centro de Itajaí. Uma guarnição achou muito estranha a conduta do rapaz e pediu a chave da moto. O istepô não teve saída: confessou que havia furtado a motinho. O proprietário foi localizado e ficou mais de cinco minutos agradecendo os PMs, enquanto  Ênio era conduzido para o xilindró.

Namorado
A auxiliar de escritório Graziela passou na 1ª DP da Capital para denunciar a rival Cris por injúria, calúnia e difamação. Ela disse que depois que passou a namorar Gabriel vem recebendo e-mails desagradáveis. No início Graziela não deu muita importância, mas depois que Cris apelou para telefonemas ameaçadores o caso foi parar na polícia. 

Vacilo
A mulherada que vai jantar em restaurante e coloca a bolsa nas costas da cadeira corre o sério risco de ser furtada. Geralmente o descuido ocorre quando ela vai ao banheiro.  Aproveitando-se da aglomeração e do fluxo de cliente, os batedores de carteira agem no primeiro vacilo. Alexandra, que jantava com o noivo, só percebeu que haviam levado a carteira quando se levantou para ir embora. 

Frase:
“Vivo na malandragem há 20 anos e percebi que a polícia iria me perseguir para onde eu iria. Subi o morro e destruí as provas”, Paulo Camargo, estelionatário que fez compras com documentos clonados.