Fabio Gadotti

Comportamento, políticas públicas, tendências e inovação. Uma coluna sobre fatos e personagens de Florianópolis e região.


Conversas para reposição salarial da segurança pública em SC são retomadas

Segundo o coronel Sérgio Sell, presidente da entidade que representa os oficiais da PM, perdas giram em torno de 40%

Setor de segurança pública, que envolve Polícia Militar, Polícia Civil, IGP e Corpo de Bombeiros Militar, está sem reposição salarial há sete anos- Foto: Arquivo/PMSC/Divulgação/NDSetor de segurança pública, que envolve Polícia Militar, Polícia Civil, IGP e Corpo de Bombeiros Militar, está sem reposição salarial há sete anos- Foto: Arquivo/PMSC/Divulgação/ND

Foram retomadas as conversas, por enquanto ainda informais, em torno da reposição salarial da segurança pública em Santa Catarina. Na semana passada, o assunto esteve na pauta de um encontro entre o presidente da Acors (Associação de Oficiais Militares de SC), coronel PM Sérgio Luiz Sell, e o presidente do colegiado de segurança, coronel BM Charles Vieira.

Segundo Sell, as perdas inflacionárias desde o início de 2014 são de cerca de 40%. “É a classe que está há mais tempo sem reposição no Estado”, afirma o presidente da entidade. A defasagem envolve Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e Instituto Geral de Perícias.

Por conta da lei federal de enfrentamento à Covid-19, que proíbe aumento de gastos com servidores até o final do ano, um eventual acordo para correção de perdas pode jogar o início do pagamento para o início de 2022.