Delegado Marcos Flávio Ghizoni Júnior será o novo diretor da Acadepol

Ele substitui José Airton Stang que alegou problemas pessoais. Ghizoni tem a missão de coordenar o processo de formação dos novos policiais

Muda comando da Acadepol
Mudanças da direção da Academia da Polícia Civil. Deixa o cargo o delegado de polícia José Airton Stang e assume seu colega Marcos Flávio Ghizoni Júnior, que vinha exercendo funções da Divisão de Investigações Criminais de Tubarão. A saída foi “a pedido” já que Stang alegou problemas de ordem pessoal. Ghizoni é delegado de polícia desde 2006 e já exerceu funções na Delegacia de Polícia da comarca de Palhoça e Central de Polícia de Tubarão. A chegada do novo diretor foi saudada pelos policiais civis que apostam na sua competência para manter a política de formação e capacitação do policial civil de Santa Catarina. Ghizoni terá a missão de coordenar o processo de formação dos novos 605 policiais civis que iniciam seus cursos a partir de março.  A coluna deseja sucesso ao novo diretor!!!

Covarde
O pintor de paredes Odair passou dos limites. Ao invés de ir trabalhar, o fio desencapado preferiu o boteco. Bebeu até acabar o dinheiro. Tomou outra dose a fiado e quando foi pedir a segunda, o dono do bar negou. Ele passou em casa e pediu dinheiro para a mulher. A costureira Aldanir, disse que não dava e ele a encheu de pipoco na frente da filha de três anos. Ela chamou a PM e o valentão foi em cana para aprender que em primeiro lugar estão as obrigações. 

Perturbação
O aposentado Dorvalino foi à polícia reclamar do vizinho que fica lhe perturbando por causa de corte de árvores. Ambos moram na encosta de morro na Ilha e Caetano cisma que a barreira desmoronou no quintal dele por causa da derrubada de algumas aroeiras. Como Caetano é ex-presidiário, o aposentado teme pela integridade física. Por isso passou na DP para registrar b.o. O delegado deve chamar os dois para eles fazerem as pazes.

Monte Verde
A região de Monte Verde não está mais tranquila como nos velhos tempos. O bairro está sendo invadido por forasteiros que vão para lá para se esconder da polícia. Dependendo do local, a bala “risca o céu”. No meio da semana, a motocicleta do motorista de transportes de carga,  Gilberto, foi atingida por três disparos. Ele passou na polícia e disse que estacionou a moto na rua Caminho da Cruz, próximo a uma padaria.

Erro de pontaria
O “vaporzinho” Daniel Borba, a serviço de uma boca de fumo no bairro Ipiranga, São José, “rodou” sexta-feira à noite com dois tabletes de maconha de 100 gramas. Ele descia o morro “premiado” e quando percebeu a aproximação de uma viatura policial tentou despistar, se desfazendo do embrulho. Mas por falta de pontaria, a “pacoteira” de maconha caiu em cima do capô do carro da PM.  Autuado em flagrante por tráfico, o istepô foi refletir um pouco no xilindró.

Flanelinha
Às vezes o barato sai caro, principalmente quando se trata de local de estacionamento. Muitas vezes vale a pena pagar por um local fechado do que deixar o carro nas mãos de flanelinhas, como fez a professora Fernanda. Ela estacionou o Celta no acostamento da SC-401 e ao retornar na madrugada percebeu que havia um buraco abaixo da fechadura da porta. Fernanda disse na 5ª DP que foram furtados documentos pessoais, carnê de lojas com prestações à pagar,  e celular.  

PM condenada
 A família de Valdete vai receber do Estado indenização de R$ 150 mil pelo assassinato do marido Cleocir, além de pensão mensal de dois terços do salário mínimo. Em dezembro de 2003, quatro PMs invadiram a residência do casal, sob alegação de que receberam comunicado de  ameaças por parte de Cleocir contra um vizinho, por causa de uma dívida. Ao abordarem a vítima, logo a atingiram com tiros de balas de borracha e golpes de cassetetes. Cleocir não resistiu os ferimentos.

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