Investigação sobre idoso desaparecido em Florianópolis depende de laudo pericial

Polícia acredita que corpo encontrado em matagal seja do seu Antônio José da Luz Amaral Filho, mas liberação do corpo depende do resultado

Resultados de exames periciais, entre eles o de DNA, serão decisivos para confirmar se o corpo encontrado em um matagal no dia 18 de julho, no bairro Campeche, no Sul da Ilha, é de Antônio José da Luz Amaral Filho. O idoso, de 84 anos, está desaparecido desde 1º de junho. Embora a polícia acredite se tratar da mesma pessoa, a liberação do corpo para sepultamento depende da confirmação.

Antônio José da Luz Amaral Filho desapareceu no dia 1º de junho no bairro Campeche – Divulgação/NDAntônio José da Luz Amaral Filho desapareceu no dia 1º de junho no bairro Campeche – Divulgação/ND

Segundo o delegado Wanderlei Redondo, da Delegacia de Pessoas Desaparecidas, há 99% de chances de que o corpo seja do seu Antônio Amaral. No entanto, os próximos passos da investigação dependem da conclusão do laudo pericial e do laudo cadavérico que podem revelar a identidade e a causa da morte.

Ainda assim, “há grande possibilidade de o exame ser inconclusivo por causa do estado em que o corpo estava”, afirmou Redondo. Até a manhã desta terça-feira (6), a polícia aguardava a finalização dos laudos do IGP/IML (Instituto Geral de Perícias e Instituto Médico Legal).

De acordo com o delegado, o exame de DNA foi pedido no fim de julho, quando foi coletado material genético de familiares para ser comparado ao do corpo encontrado. O exame leva cerca de 30 dias para ser concluído, porém, foi pedido um prazo mais curto, de dez dias, para que o corpo possa ser liberado para a família.

A reportagem tentou contato com o IGP (Insituto Geral de Perícias) na manhã desta terça feira para saber quais são os prazos dos exames, mas não obteve retorno.

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