Justiça condena comerciante que vendeu cigarros para adolescentes no Alto Vale do Itajaí

Donos de bares e similares deveriam ser mais conscientes e não vender cigarro e nem bebida alcoólica  para menores de idade. Mas este  discernimento, esta sinceridade e lucidez não está compreendida entre todos os comerciantes e o proibido é negociado abertamente. Em relação aos cigarros, algumas marcas são da pior qualidade, contrabandeada do Paraguai e que provocam uma série de doenças cardiorrespiratória.
No Alto Vale do Itajaí, um processo tramitou em segredo de justiça e somente foi revelado quando a 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, em Florianópolis, manteve sentença condenatória de primeiro grau a um comerciante.
O adolescente comprou o produto e repassou a mercadoria para duas colegas de 12 e 13 anos que haviam feito a encomenda. Os pais encontraram os cigarros, foram reclamar à direção do colégio e, a partir disso, chegaram ao rapaz. Ele admitiu a aquisição, indicou o local da compra e reconheceu, já na delegacia, através de registro fotográfico, a identidade do vendedor. A pena de dois anos em regime aberto foi substituída por penas restritivas 

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