Altair Magagnin

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Marcos Ghizoni negou convite para ser delegado-geral e indicou Akira Sato, o demissionário

Ghizzoni já foi o chefe da Polícia Civil de Santa Catarina no governo Raimundo Colombo e voltou a ser cotado para o cargo; Rafaello Ross, de Mafra, é nome especulado para a vaga

Continua o impasse para a definição do novo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina. Os dois nomes especulados são de Marcos Ghizoni Júnior e Rafaello Ross. O primeiro já ocupou o cargo durante o governo Eduardo Pinho Moreira (MDB). O segundo é delegado regional em Mafra.

Marcos Ghizoni, delegado de polícia – Foto: Divulgação/NDMarcos Ghizoni, delegado de polícia – Foto: Divulgação/ND

Após 15 dias na função, Laurito Akira Sato teria pedido demissão nessa sexta-feira (1º). Mesmo demissionário, Akira Sato continua oficialmente no cargo, conforme informação do “Diário Oficial do Estado”.

Marcos Ghizoni Júnior teria declinado. Aliás, Ghizoni já teria sido convidado para substituir Paulo Koerich. Teria partido do próprio Ghizoni a indicação de Akira Sato para o cargo.

O governador Carlos Moisés (sem partido) não se manifestou sobre o caso. A Secretaria de Estado da Administração emitiu um comunicado em que “refuta ilegalidade” no caso que está sendo apontado como o motivo da saída do chefe da  Polícia Civil de Santa Catarina do cargo.

Por mais que não seja oficial, é corrente nos bastidores que Laurito Akira Sato deve deixar o cargo. O delegado teria se sentido coagido com um pedido para substituir o coordenador das Delegacias Especializadas no Combate à Corrupção da Polícia Civil, Rodrigo Schneider, que estava à frente de investigações no caso de suposta corrupção em uma licitação no Porto de São Francisco do Sul.

Na esteira dos acontecimentos, o deputado estadual Ivan Naatz (PL) anunciou que pretende convocar Akira Sato, ou seu sucessor, para explicar este fato. Naatz falou em “uma empresa de coronéis para fraudar o governo”.

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