Pedro de Queiroz

Direitos do consumidor e cidadania para o dia a dia das pessoas.


Monstros. Direitos Humanos, Humanos Direitos

Monstros não merecem Justiça. Ao menos não a devida aos humanos. Não são sequer dignos de direitos humanos

Primeiramente: não vamos nem tratar de “presunção de inocência”, direito de recorrer em liberdade até o julgamento em 2ª instância. Deixemos, pois, Gilmar Mendes e os Deuses do STF em paz, a decidir que apenas se pode venerar a eles.

Henry Borel – Foto: Reprodução/NDHenry Borel – Foto: Reprodução/ND

Todos os demais cultos estão proibidos! Vamos falar de “Jairinho” e “Monique. Ou melhor, vamos falar de monstros. Monstros não são humanos! Não se comparam sequer a energúmenos sejam estes classificados como “genocidas” ou pelegos, “corruptos sedutores” de uma esquerda esquizofrênica. Monstros não merecem Justiça. Ao menos não a devida aos humanos. Não são sequer dignos de direitos humanos.

Solidariedade, muito mais que sigla partidária, por triste coincidência, na hipótese, deveria significar, quando muito, entregar a esses monstros uma tantô ou kuzuca, como são conhecidas as facas para o seppuku ou harakiri, alternativa no Bushido Japonês como única para salvar a honra, diversa do suicídio.

Esses monstros covardes clamam por suas inocências, no roteiro já requentado de outras monstruosidades do folclore policial brasileiro. “Queiroz, que exagero”! “Não pode se fazer distinção entre monstros e humanos, nos termos da Constituição”!

Diga isso ao monstro “Champinha”, que cumpre verdadeira “prisão perpétua” em pleno solo brasileiro, na chamada “medida de segurança”. Não que não mereça! Merece! Ele, Suzana, os Nardoni e, claro, “Jairinho e Monique”.

Aliás, por conta destes monstros, todo um universo normativo e carcerário se abastece num interminável festival de ritos, processos, tempo e dinheiro, enquanto assim como a descriminalização das drogas que defendi em artigo anterior, é também preciso reconhecer legislativamente e, portanto, criminalmente, tratamentos de exceções para situações excepcionais como esta.

Recomendaria a estes monstros pedir por 30 anos de reclusão. Mas não para reconciliação ou ressocialização social, porquanto monstros, ou, cientificamente, psicopatas, jamais compreenderão o grau de suas condutas.

Sem que isso seja – advirto – ode ou incentivo à autotutela ou, em bom português, a que a sociedade faça direito com as próprias mãos, é esperado de um pai que assim que lhe seja alcançável, submeta o monstro “Jairinho” à mesma violência covarde que esse monstro infligiu – com a assistência do outro monstro que não se pode chamar de “mãe”, ao pobre menino Henry.

No sistema judicial brasileiro, se um pai mata o assassino do filho, movido pela justa emoção sentida pelo bom pai de família, se não lhe for reconhecida a legítima defesa, será julgado por 15 jurados.

O leitor, na qualidade de membro do júri, encaminharia qual veredito a um pai como Leinel Borel? Eu, com respeito à divergência, absolveria um pai que faz Justiça pelo filho.

E deixar de compreender que deve-se garantir direitos humanos a todos os homens e mulheres direitos. E a Constituição e as Leis àqueles Homens que transgridam a Lei. Com todo respeito, … os monstros que se cuidem! #monstros #direitoshumanos #humanosdireitos #soberaniadotribunaldojuri

Participe do grupo e receba as principais notícias
da Grande Florianópolis na palma da sua mão.

Entre no grupo Ao entrar você está ciente e de acordo com os
termos de uso e privacidade do WhatsApp.