Moradora denuncia tráfico, tortura e diz onde está a máquina de dar choque

Leitora não aguenta mais a violência patrocinada pelo tráfico de drogas e diz que até com a polícia na área o tráfico corre solto

Insegurança na Vila Cachoeira
Leitora não aguenta mais a violência patrocinada pelo tráfico de drogas na Vila Cachoeira, acesso ao Norte da Ilha e desabafa: “Hélio, já liguei para a polícia várias vezes, mas nunca deu resultado. Mas você eu sei que é diferente e luta para resolver o que está errado. Aquela senhora assassinada em fevereiro, Maria Aparecida, foi pelos traficantes da Vila Cachoeira. Na noite anterior, eles torturam com uma máquina de dar choque mais outro usuário. A máquina fica guarda na casa número (…) quadra (…).  Hélio, aqui o tráfico é escancarado e ninguém faz nada. Já houve época em que a polícia ficou aqui, mas eles continuaram traficando. Os chefes do tráfico até que são educados, mas os meninos que trabalham para eles são uns capetas e ameaçam os moradores. Tem um rapaz chamado “baiano”, que mora na casa(…) quadra (…) que é um terror. Ele vive torturando duas idosas que moram sozinhas”. Bem, então está aí a denúncia da moradora.

Perturbação noturna
O estudante Thiago já fez de tudo: falou com a vizinha, chamou o síndico, mas não teve jeito. O barulho infernal que vem do apartamento de cima continua perturbando o sossego dele. A única alternativa foi passar na 1ª DP da Capital. Ele reclamou para o delegado Cláudio Palma que a vizinha, arrasta a cadeira, o bebê chora e o cachorro late. Enfim, Thiago contou que está há duas semanas sem conseguir dormir direito e pediu para o delegado intimar a barulhenta.  

Trombadinhas
Não está mais seguro caminhar a noite no Centro de Florianópolis, principalmente as mulheres, por que os trombadinhas estão sempre à procura de vítimas. Uma delas foi a funcionária pública Regina. Ela reclamou na 1ª DP da Capital que um adolescente passou correndo e puxou a bolsa contendo dinheiro, quatro cartões bancários e documentos pessoais.

Furto
Levaram a bicicleta do marceneiro Luiz Fernando.  O pobre coitado passou na  2ª DP do Saco dos Limões, Capital e disse que deixou a bike encostada na parede de um supermercado no Rio Tavares, Sul da Ilha, enquanto foi comprar pão e leite. “Por que não passasse o cadeado”? questionou o policial.  Luiz disse que pediu para um vigilante dar uma olhadinha como sempre fez, mas desta vez ele cochilou.  O policial aproveitou o momento e passou dicas de segurança.

Mão ligeira
Nem em local de trabalho se está livre de “mãos ligeiras”. Por isso é bom não levar muito dinheiro na carteira para o emprego se não pode acontecer o que ocorreu com a assistente de gerência de uma loja de renome em Florianópolis. Marivania deixou a bolsa embaixo do balcão e saiu para fazer um lanche. Levo apenas R$ 50. Quando retornou não encontrou mais a carteira contendo R$ 600, cartões bancários e documentos pessoais. Ela deu queixa na 5ª DP.

Gazeando aulas
Gazear a aula e ficar matando o tempo num banco da praça não é nada aconselhável por que por estes ambientes transitam muito mala ruim. Um destes fios desencapados que ficam perambulando por ali  assaltou a estudante Ingrid. O suspeito se aproximou e a mandou entregar o celular. Ingrid reagiu, então ele puxou a bolsa e saiu correndo, roubando mais do que um celular.

Frase:
“Ele espancava minha filha, colocava uma pistola na cabeça dela, impedindo de Maria Cristina fugir”, Waldomiro Batista, referindo-se ao traficante do Mocotó,  Arnaldo Dalci da Silva Ferreira.