Ministério Público pede prisão preventiva de João de Deus após denúncias de abuso sexual

A medida foi tomada cinco dias depois de virem à tona denúncias contra o médium

A Promotoria de Justiça de Goiás solicitou a prisão preventiva de João de Faria, conhecido como João de Deus. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do médium. A medida foi tomada cinco dias depois de virem à tona denúncias de abusos sexuais. O pedido ainda precisa ser aceito pela Justiça.

As vítimas seriam mulheres que teriam buscado tratamento espiritual com o médium. Até a terça-feira, 11, mais de 200 mulheres de mais de oito Estados haviam procurado o Ministério Público para denunciar abusos.

Na manhã desta quarta-feira, 12, o médium fez uma visita tumultuada no Centro Dom Inácio de Loyola. Num rápido pronunciamento, disse que era inocente e que estaria à disposição da Justiça. Foi a primeira aparição pública do médium depois que mulheres vieram a público acusá-lo de abuso sexual.

As denúncias afetaram o movimento da casa, onde atendimentos são realizados. Por volta das 8h30, cerca de 400 pessoas – incluindo crianças e duas pessoas de cadeiras de rodas – aguardam a chegada do líder espiritual. Isso representa um terço do movimento habitual.

(Lígia Formenti, Abadiânia)

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MP-GO pede a prisão preventiva de João de Deus após denúncias de abuso sexual

A Promotoria de Justiça de Goiás solicitou a prisão preventiva de João de Faria, conhecido como João de Deus. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do médium. A medida foi tomada cinco dias depois de virem à tona denúncias de abusos sexuais. O pedido ainda precisa ser aceito pela Justiça.

As vítimas seriam mulheres que teriam buscado tratamento espiritual com o médium. Até a terça-feira, 11, mais de 200 mulheres de mais de oito Estados haviam procurado o Ministério Público para denunciar abusos.

Na manhã desta quarta-feira, 12, o médium fez uma visita tumultuada no Centro Dom Inácio de Loyola. Num rápido pronunciamento, disse que era inocente e que estaria à disposição da Justiça. Foi a primeira aparição pública do médium depois que mulheres vieram a público acusá-lo de abuso sexual.

As denúncias afetaram o movimento da casa, onde atendimentos são realizados. Por volta das 8h30, cerca de 400 pessoas – incluindo crianças e duas pessoas de cadeiras de rodas – aguardam a chegada do líder espiritual. Isso representa um terço do movimento habitual.

(Lígia Formenti, Abadiânia)

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